O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, avalia que o governo "afinou" ao admitir negociar pontos da reforma da Previdência com o funcionalismo público, principalmente após o movimento de greve iniciado nessa semana.
- O governo afinou muito cedo, na primeira batida de pé dos privilegiados - afirmou.
Segundo ele, a Força Sindical não apoiará uma reforma que não estabeleça teto de aposentadoria para os servidores.
- Vamos continuar com essa história de servidor se aposentar com salários de R$ 30 mil, R$ 40 mil? Todos sabemos que o País precisa obter credibilidade internacional com as reformas e, por reforma da Previdência, eu entendo que deve-se acabar com esses privilégios, entre outros pontos - disse.
O sindicalista comentou que, ao recuar na sua principal reforma, o governo não cumpre compromissos de campanha.