A questão central da reforma política em debate é o fortalecimento dos partidos e do voto proporcional, que representa a nação e elege a Câmara dos Deputados, as assembléias e as câmara municipais. Seu objetivo central, portanto, tem que ser o fortalecimento da soberania popular, do voto do cidadão - secreto, sem pressões do poder econômico ou estatal e de outros poderes como o Judiciário e a midia.
Daí a existência da legislação eleitoral e da Justiça Eleitoral,a necessidade e o ânseio da sociedade de que funcionem bem. Aproximar o eleitor de seu representante eleito, fortalecer os partidos, o voto, sua soberania e os meios de legislar e governar indiretamente com a participação da sociedade deve ser um norte para a reforma política.
Ao defendê-la o que nos guia são esses príncípios e diretrizes. Daí não ter sentido as propostas de voto facultativo, ou candidato avulso (independente de legenda), que não fortalecem os partidos e tampouco o voto proporcional.
É o voto proporcional que é representativo das diversas correntes políticas e ideológicas de nossa sociedade, dos diferentes e contraditórios interesses econômicos, sociais, políticos e culturais que expressam o estágio de nossa sociedade em todos estes campos (vejam, abaixo, Sem dispersão, focar nos pontos essenciais).
Partidos e formas de voto, cernes da reforma
Sexta, 25 de Fevereiro de 2011 às 09:35, por: CdB