O técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira, resolveu esconder a escalação da equipe até a hora do confronto contra a Costa Rica, que acontece no último domingo, às 17 horas (de Brasília), pela segunda rodada da Copa América.
O treinador brasileiro disse que 80% do time está definido, restando ainda 30% de suspense. No entanto, ele garante que não foi traído pela matemática, explicando que a soma de 110% corresponde aos 11 atletas que entram campo.
Embora Parreira não confirme, o Brasil deve ter três alterações em relação à equipe que derrotou o Chile na estréia. A mais certa delas seria a entrada de Kleberson, recuperado de lesão, no lugar de Dudu Cearense.
O pentacampeão já era titular, mas acabou ficando de fora do primeiro jogo devido à contusão.
- O Kleberson fez toda a parte básica de preparação e acho que ele está em forma. Por isso, ele está para ser considerado - comentou Parreira.
Já na lateral direita, Maicon tem boas chances de ganhar a vaga de Mancini, enquanto Ricardo Oliveira deve formar dupla de ataque com Luís Fabiano e deixar Adriano na reserva. Ambas as alterações já aconteceram no duelo contra os chilenos.
O meia Diego corre por fora na briga por uma vaga no time, já que teve uma boa atuação quando entrou na partida de estréia.
Para o jogo diante da Costa Rica, Parreira acredita que a Seleção terá um meio-campo mais compacto, fruto, segundo ele, do entrosamento que a equipe aos poucos está adquirindo.
- (O time) precisa se juntar mais em campo, sair mais rápido para o contra-ataque e apertar um pouco mais o adversário na marcação. Isso não pôde ser cobrado no primeiro jogo pela falta de entrosamento - avaliou o treinador, ressaltando a mudança no ambiente da Seleção após a estréia.
- Agora já podemos ver que eles começam a brincar mais nos treinamentos. Os jogadores estão mais soltos, já que aquela expectativa da estréia passou - completou Parreira.
Rio de Janeiro, 26 de Setembro de 2026
Edições digital e impressa