O personagem da partida, desta vez, não se destacou pela eficiência e encanto de suas jogadas, mas pela inoperância de ação e decisões óbvias e tardias. E nem mesmo estava dentro de campo. O maior responsável pelo vexame do Brasil foi seu técnico, Carlos Alberto Parreira.
O pior é que já se sabe que, se o País tiver sorte, ele mexerá no máximo em uma posição da equipe para a próxima partida, dia 31 de março, contra o Paraguai, em Assunção. O Brasil tinha todas as condições de golear na última quarta-feira, mas conseguiu apenas um suado empate aos 41 do segundo tempo.
Como justificar que um treinador acompanhe sua equipe cair tanto de produção e pense em substituições tão óbvias e tardias como sempre? Pior: a seleção não tem uma única opção tática distinta da que começa a partida.
'Burro, burro, burro' gritavam os torcedores no estádio. E provavelmente milhões que assistiam ao jogo pela TV.
Rio de Janeiro, 30 de Agosto de 2026
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