Parreira aposta na força da torcida para conquistar o hexacampeonato
O fato de o Brasil ser uma das ultimas seleções do mundo a iniciar a preparação da Copa que será realizada no país, minimizou o coordenador técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, e disse ter a certeza de que a equipe terá a torcida como uma das principais aliadas para conquistar o hexacampeonato.
Parreira acha que essa semana de “atraso” na preparação será importante para o corpo e para a mente dos jogadores
O fato de o Brasil ser uma das ultimas seleções do mundo a iniciar a preparação da Copa que será realizada no país, minimizou o coordenador técnico da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira, e disse ter a certeza de que a equipe terá a torcida como uma das principais aliadas para conquistar o hexacampeonato.
Ao lado da Espanha, que tem dois times na final da Liga dos Campeões da Europa, o Brasil será uma das últimas seleções classificadas para a Copa do Mundo a iniciar a sua preparação para o Mundial.
O Brasil se apresenta na Granja Comary na segunda-feira, embora por determinação da Fifa, atletas convocados por Felipão não estejam mais liberados para defender seus clubes desde a última segunda feira.
- Não estamos preocupados com isso. Estamos prontos desde a Copa das Confederações no ano passado - disse Parreira a jornalistas em um evento do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), no Rio de Janeiro.
Parreira acha que essa semana de “atraso” na preparação será importante para o corpo e para a mente dos jogadores. Ele destacou que se o Brasil chegar a final da Copa, os atletas brasileiros ficarão dedicados e focados na seleção por 46 dias.
- Esses três ou quatro dias a mais que eles terão serão importantes para eles e acho mais que merecido para quem jogou longas temporadas. Eles virão com as energias carregadas - frisou o coordenador do Brasil.
- Quarenta e seis dias são uma maratona até a final e nós estaremos lá - garantiu.
O Brasil estreia na Copa do Mundo no dia 12 de junho, em São Paulo, contra a Croácia, que teve dois jogadores cortados recentemente. Um por proferir insultos nazistas e outro por questão física.
- Não vejo vantagem para o Brasil nisso. Eles são pródigos em ter bons atletas assim como o Brasil. Se amanhã for cortado um ou outro, a seleção vai continuar forte. Isso vale para Argentina, Espanha e outras seleções - avaliou Parreira
Antes da estreia no Mundial, o Brasil fará dois amistosos contra Panamá, em Goiânia, e Sérvia, em São Paulo. Os dois jogos serão no mês de junho.
Será mais uma oportunidade do Brasil jogar com o apoio da torcida brasileira que, de acordo com Parreira, foi fundamental na conquista da Copa das Confederações e se tornou um dos principais trunfos na luta pelo hexacampeonato mundial,
- A Copa das Confederações nos mostrou eu até pensava um pouco diferente, porque o torcedor é muito exigente e a imprensa cobra muito que é bom jogar com o torcedor do nosso lado", disse.
- Antes eu tinha dúvida se seria bom jogar no Brasil, porque havia uma inquietação nos estádios. Agora acho que isso foi dissipado de forma absoluta na Copa das Confederações - finalizou.
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