Rio Grande do Sul já tem 70% dos servidores da segurança pública paralisados. Policiais federais, civis, militares, peritos e agentes penitenciários estão fazendo operações-padrão.
Os serviços prejudicados são: transferências e remoção dos presos, transporte para audiências, atendimentos psicológico, jurídico, religioso e social, assim como os trabalhos prisionais. Somente ocorrências de homicídio, latrocínio, suicídio, estupro e acidentes com morte estão sendo registradas. Segundo o comando de greve, cerca de 130 audiências deixarão de ser feitas no Estado. Segundo o comando de greve, cerca de 130 audiências deixarão de ser feitas no Estado.