O relator do processo disciplinar contra a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), Carlos Sampaio (PSDB-SP), afirmou há pouco que não via necessidade do depoimento das testemunhas de defesa que ocorre hoje, no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, a pedido dos advogados dela.
Sampaio não está fazendo perguntas aos três funcionários de Jaqueline, que estão neste momento no conselho. Ele explicou que o conjunto de provas sobre o caso, reunidas em outras investigações, como a da Polícia Federal, torna os depoimentos desnecessários.
Após a fala de Williams de Oliveira, coordenador do escritório político da deputada, depõe neste momento o secretário parlamentar Leonardo Soares. O advogado de Jaqueline, Rodrigo Alencar, disse que Soares foi chamado para comprovar que o imóvel de propriedade do marido da deputada, Manoel Neto, funciona como escritório político desde janeiro deste ano.
Soares desmentiu há pouco denúncias da imprensa de que o imóvel, cujo condomínio foi pago com verba indenizatória da Câmara, estaria fechado. As fotos publicadas em jornais, disse ele, seriam de uma sala vizinha.
Tempo real:15:16 - Verba da Câmara foi usada em escritório político, diz funcionário de Jaqueline15:01 - Conselho de Ética começa a ouvir testemunhas de defesa de Jaqueline Roriz09:22 - Conselho de Ética ouve testesmunhas de defesa de Jaqueline RorizReportagem - Idhelene MacedoEdição - Daniella Cronemberger