O número de mortes provocadas pela influenza A (H1N1) – gripe suína – no Pará subiu de 28 para 29 em uma semana, segundo boletim divulgado pela Secretaria de Estado e Saúde Pública do estado (Sespa).
Dos 624 casos com suspeita de síndrome respiratória aguda grave este ano, 219 tiveram a confirmação de infecção pelo vírus Influenza H1N1, que causa a doença. A capital, Belém, registra o maior número de óbitos: cinco.
Apenas os trabalhadores de saúde do Pará têm 100% de índice de vacinação. Os indígenas que vivem em aldeias são o grupo prioritário com a segunda maior taxa: 82%. Em seguida vêm as crianças com menos de 2 anos (74%) e as gestantes (60%). Os portadores de doenças crônicas e os adultos entre 20 e 29 anos têm as menores taxas: 45% e 41%, respectivamente.
Esta sexta-feira é o último dia para que a população entre 20 e 29 anos, gestantes, crianças entre 6 meses e 2 anos, e doentes crônicos com menos de 60 anos recebam a vacina contra a doença. O próximo grupo a ser imunizado é o de idosos com doenças crônicas, cuja imunização começa sábado.
Segundo o Ministério da Saúde, 30 milhões de pessoas já foram vacinadas.