Rio de Janeiro, 07 de Outubro de 2026

Para Lula, Dilma e Cristina farão história na América Latina

Sábado, 30 de Julho de 2011 às 02:44, por: CdB
Para Lula, Dilma e Cristina farão história na América Latina

Por: Redação da Rede Brasil Atual

Publicado em 30/07/2011, 08:25

Última atualização às 08:25

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Cristina agradeceu afirmando que Lula foi um amigo de Néstor Kirchner, mais que um colega de trabalho (Foto: Roberto Stuckert. Presidência)

São Paulo – O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou em Brasília que as presidentas Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, da Argentina, terão governos importantes para a região. Em tom bem-humorado, Lula foi chamado a quebrar o protocolo e discursar ao lado das duas chefes de Estado durante a inauguração da nova embaixada argentina na capital federal.

“Sou um cristão que acredita que exista outra vida. [Néstor] Kirchner deve estar pensando: 'pobre de mim e pobre do Lula'. Dilma e Cristina vão fazer história na América do Sul e na América Latina”, afirmou o ex-presidente, que confessou não haver imaginado que as duas principais nações regionais pudessem um dia ser governadas por mulheres. “Tenho certeza que as duas juntas no G20 [grupo das 20 maiores economias mundiais] mudarão um pouco a política mundial, a geopolítica da ONU [Organização das Nações Unidas] e a geopolítica comercial”.

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Já a presidenta Dilma reforçou a importância da integração entre os dos países. “A cooperação entre Brasil e Argentina não é só decisiva para os nossos países, mas também para a América do Sul e América Latina”.Cristina se emocionou durante a fala de Lula, e disse que ele foi, mais que um colega, um amigo de seu marido, falecido no ano passado. A presidenta destacou ainda que as relações entre as nações da América do Sul foram fortalecidas pelos ex-presidentes. Kirchner foi o primeiro presidente da União de Nações Sul-americanas (Unasul). “Quando Néstor chegou [ao governo], o Mercosul era quase uma peça de museu. Alguns o haviam condenado ao esquecimento. Ele e Lula o reabilitaram e o tornaram maior e mais forte”, disse. “Juntos, souberam levantar todas as barreiras culturais e políticas que se havia montado para manter Argentina e Brasil longe e separados.”

Com informações da Agência Brasil e do Instituto Cidadania.

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