09.09.2011
Adelto Gonçalves (*)
I
Costuma-se dizer, especialmente na academia, que foi o historiador português António Manuel Hespanha quem, ao publicar As vésperas do Leviathan: instituições e poder político, Portugal, século XVII (Coimbra, Livraria Almedina, 1994), trabalho de arqueologia do poder judiciário no Portugal seiscentista, abriu a senda para esse tipo de estudos da estrutura administrativo-judiciária do império português.