A república alemã é considerada um dos principais motores do crescimento europeu
A confiança do consumidor alemão para janeiro atingiu o nível mais alto em quase seis anos e meio, uma vez que consumidores confiantes de que a maior economia da Europa está em tendência de alta tornaram-se mais dispostos a gastar do que em qualquer momento desde dezembro de 2006. O grupo de pesquisa de mercado GfK informou nesta sexta-feira que seu indicador futuro de confiança do consumidor, com base em pesquisa junto a cerca de 2 mil pessoas, subiu para 7,6 para janeiro, ante 7,4 no mês anterior, superando as expectativas de estabilidade mostradas em pesquisa da Reuters.
"O sentimento entre os consumidores na Alemanha está de novo muito bom à medida que 2013 chega ao fim" disse o GfK em comunicado. "Os consumidores acreditam que a economia alemã está cada vez mais ganhando ritmo", completou, acrescentando que os consumidores estão mais otimistas sobre as perspectivas da economia do que em qualquer momento desde julho de 2011. A economia alemã desacelerou no ano passado e a expectativa é de que tenha performance ainda pior neste ano, com o governo estimando crescimento de apenas 0,5%.
PIB mais alto
Nos EUA, a economia cresceu no ritmo mais rápido em quase dois anos no terceiro trimestre, enquanto os gastos empresariais foram mais fortes do que o estimado anteriormente, apontando para certa força que deve se sustentar. O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu a uma taxa anual de 4,1%, em vez do ritmo de 3,6% divulgado anteriormente neste mês, informou nesta sexta-feira o Departamento de Comércio em sua terceira estimativa.
Esse foi o ritmo mais veloz desde o quarto trimestre de 2011 e superou as expectativas de economistas por taxa não revisada de 3,6%. A economia cresceu em ritmo de 2,5% no trimestre de abril até junho. Os gastos empresariais aumentaram em taxa de 4,8%, em vez de 3,5% divulgado anteriormente. Isso refletiu o crescimento mais forte nos produtos de propriedade intelectual em comparação com a leitura anterior.
Também houve revisões no consumo. Os gastos do consumidor, que representam mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, foi revisada para cima em 0,6 ponto percentual, para taxa de 2%. As revisões refletiram gastos maiores com bens e serviços ante a divulgação anterior. Os gastos do consumidor cresceram a uma taxa de 1,8% no segundo trimestre.
Os gastos empresariais com equipamentos foram revisados para cima, para taxa de 0,2%. Eles haviam ficado inalterados na divulgação anterior. Isso fez a demanda doméstica subir a uma taxa de 2,3%, em vez do ritmo de 1,8% comunicado pelo governo no início deste mês. O aumento de exportações também foi revisado para cima, em 0,2 ponto percentual, para taxa de 3,9%.
Os gastos com construção de moradias foram reduzidos em 2,7 pontos percentuais, para 10,3% no terceiro trimestre.
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