O Palmeiras pode igualar nesta terça-feira, às 20h30, contra o Paysandu, em Belém (PA), a maior seqüência invicta desde 2000. O time não perde na temporada desde 16 de maio, 2 a 1 para o Cruzeiro, e acumula 11 jogos (seis vitórias e cinco empates), um a menos do que há quatro anos.
"A pressão aumenta. Contra o Grêmio deu para perceber o time tenso", disse o técnico Estevam Soares.
Curiosamente, a série começou na traumática eliminação na Copa do Brasil para o Santo André, após o empate por 4 a 4, no dia 20 de maio. air Picerni foi demitido, e em seguida o time goleou o Santos por 4 a 0 no final de semana seguinte com um técnico interino (Wilson ¿Macarrão¿ Coimbra), antes de Estevam Soares assumir. O treinador já tem nove jogos, sem derrota (vitórias sobre Coritiba, São Paulo, Paraná, Juventude e Grêmio e empates contra Vasco, São Caetano, Atlético-PR, Botafogo).
"Comentei com o Nen que esses jogos sem perder aumentam a confiança do time", disse Marcinho, citando como exemplo para o aumento da confiança a arrancada que deu na vitória sobre o Grêmio, no sábado, e que originou o primeiro gol palmeirense na vitória por 2 a 0 sobre os gaúchos.
¿Tomara que as vitórias continuem contra o Paysandu. Um empate é um bom resultado¿, avaliou Thiago Gentil, que mais uma vez vai começar no banco de reservas.
Em 2000, o Palmeiras ficou 12 partidas sem derrota entre os dias 25 de outubro e 30 de novembro, durante disputa das Copas Mercosul e João Havelange.
Retorno
Depois de ficar dois jogos ausente por suspensão (contra Botafogo e Grêmio), Correa comemorou o fim da "solidão" longe do campo. "Foram só dois jogos, mas pareceram mais. Os dias demoraram para passar. Felizmente, acabou."
Seis jogadores do Palmeiras estão pendurados com dois cartões amarelos: Magrão, Pedrinho, Elson, Diego Souza, Alceu e Marcinho. Este último já está na terceira série de cartões. Leonardo, Kahê, Sérgio, Thiago Gentil, Daniel Martins, Claudecir e Gláuber têm um.