Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

PAC tem 69% das obras em andamento e 30% já foram concluídas

Das 694 ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no segmento de energia 30% já tiveram os valores totalmente aplicados, 69% apresentam andamento adequado do investimento e apenas 1% requer atenção. Os dados constam do décimo balanço do PAC, divulgado pelo governo, nesta quarta-feira. (Leia Mais)

Quarta, 02 de Junho de 2010 às 09:31, por: CdB

Das 694 ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no segmento de energia 30% já tiveram os valores totalmente aplicados, 69% apresentam andamento adequado do investimento e apenas 1% requer atenção. Os dados constam do décimo balanço do PAC, divulgado pelo governo, nesta quarta-feira. Segundo a avaliação, não há ações consideradas preocupantes. Quando o critério adotado é o de quantidade de ações concluídas, o percentual é de 42%. Se forem consideradas as ações com andamento adequado, o índice é de 54% e as ações que exigem atenção somam 3%.

Ainda segundo o relatório, das 1.587 ações de infraestrutura logística previstas no PAC, 67% estão concluídas e 27% estão com a execução adequada. De acordo com o décimo balanço do programa, entre as obras que estão com a execução classificada como preocupante estão a reforma do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, o terminal de passageiros dos aeroportos de Vitória e de Macapá e a dragagem na Hidrovia Paraguai-Paraná.

Segundo o documento, a restrição para a conclusão da reforma e ampliação do terminal de passageiros do aeroporto de Brasília é a morosidade na elaboração do projeto básico da obra, que está 42% realizado. A previsão é que esse documento seja concluído até o fim de agosto, o que irá permitir o início do projeto executivo. A licitação das obras está prevista para o começo de outubro. Já as obras dos aeroportos de Vitória e Macapá estão emperradas por causa de questionamentos judiciais.

A dragagem e o derrocamento (retirada de pedras) da Hidrovia Paraguai-Paraná, prevista para estar concluída em maio do ano que vem, estão parados por falta de licenciamentos ambientais. O investimento previsto na obra, que está sendo executada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) é de R$ 20 milhões. Entre as ações concluídas estão a pista do Aeroporto de Congonhas (SP), o terminal de passageiros do Aeroporto Santos Dumont (RJ), a segunda etapa de concessões rodoviárias e a dragagem do canal de acesso ao Porto de Itaguaí.

A terceira etapa de concessões rodoviárias, que envolve a BR-116 e a BR-040, estava com o andamento adequado no balanço anterior, e agora está com o selo amarelo, que indica que a obra merece atenção especial. Isso porque o Tribunal de Contas da União (TCU) emitiu um acórdão pedindo a elaboração de novos estudos de viabilidade técnica e audiências públicas sobre a obra, o que atrasaria as concessões em até três anos.

A duplicação do trecho Sul da BR-101 e a restauração da BR-319, entre Manaus e Porto Velho, também estão com o selo amarelo. Em relação aos valores das ações, 48% estão concluídos, 40% apresentam andamento adequado e 12% estão em atenção.

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