A Universidade de Oxford quer abrir mais vagas a estudantes não europeus como parte de um plano para frear a queda de receitas e manter o alto nível educacional, segundo um documento publicado nesta terça-feira.
O plano, que pretende reduzir as vagas destinadas a britânicos, pode aumentar a já enorme concorrência entre estudantes do Reino Unido. O vice-reitor da instituição, John Hood, deixou claro que não aceitará privatizá-la, como pedem diretores de alguns departamentos, mas disse que é necessário aumentar as receitas privadas.
Segundo o jornal <i>Financial Times</i>, a intenção é aumentar a proporção de estudantes de graduação que não são da União Européia (UE) de 7% a 12%. Cada estudante que permanece três anos na universidade custa à instituição 5.800 libras (cerca de 83.700 euros), uma quantia paga em sua totalidade pelos estrangeiros.
A Oxford tem 11.000 alunos de graduação, frente aos cerca de 7.500 nas universidades dos EUA.
Um estudo recente situou a Oxford em terceiro lugar entre instituições com alto nível acadêmico, atrás das americanas Harvard e Stanford.
Oxford quer receber estudantes não europeus
Terça, 25 de Janeiro de 2005 às 06:30, por: CdB