Por Leandro Mazzini - Um episódio surreal causou um sigiloso corre-corre de familiares de vítimas da ditadura a Brasília ontem. Na Terça, em audiência na Justiça Federal, um assessor especial do Grupo de Trabalho do Araguaia garantiu à juíza Solange.
Araguaia
Um episódio surreal causou um sigiloso corre-corre de familiares de vítimas da ditadura a Brasília ontem. Na Terça, em audiência na Justiça Federal, um assessor especial do Grupo de Trabalho do Araguaia garantiu à juíza Solange Salgado que as ossadas de três guerrilheiros, que haviam desaparecido, estão em armários da Universidade de Brasília. Entre elas, um crânio que pode ser de um dos guerrilheiros decaptados na região na década de 70. Agora, a Justiça acionará a PF para fazer diligências na UnB e descobrir como elas reapareceram.
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Com Equipe DF e SP
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