O Instituto do Patrimônio Histórico e Geográfico (Iphan) fixou medidas para preservar o conjunto arquitetônico e urbanístico de Ouro Preto (MG). A cidade é tombada pelo Iphan desde 1938. A portaria foi publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União. Com a publicação, Ouro Preto conta com um novo marco legal, que considera o sítio tombado em sua integridade e permite alterações e crescimento da cidade, sem descaracterizar os valores culturais que a tornam patrimônio nacional e mundial. O desenho urbano de Ouro Preto é estreito e alongado, com a topografia acidentada dos vales e morros. Grande parte das casas tem um pavimento, mas há ruas que predominam os sobrados. Mesmo assim, de acordo com o Iphan, a aparência homogênea da arquitetura permanece. Um monumento de destaque é a antiga Casa de Câmara e Cadeia (1784), que hoje abriga o Museu da Inconfidência Mineira, centro de construção de memória histórica sobre o movimento. O ouro foi o principal motivo da primeira fixação populacional no sítio que era chamado Vila Rica, depois Ouro Preto. Em 1711, a cidade foi elevada a categoria de vila e foi palco de manifestações como a Inconfidência Mineira. A mineração transformou Vila Rica em um centro urbano de intensa vida social e econômica.
Ouro Preto ganha medidas para preservação do conjunto arquitetônico
O Instituto do Patrimônio Histórico e Geográfico (Iphan) fixou medidas para preservar o conjunto arquitetônico e urbanístico de Ouro Preto (MG). A cidade é tombada pelo Iphan desde 1938. Ouro Preto conta com um novo marco legal, que considera o sítio tombado em sua integridade e permite alterações e crescimento da cidade, sem descaracterizar os valores culturais que a tornam patrimônio nacional e mundial.
Quarta, 27 de Outubro de 2010 às 10:16, por: CdB