24.08.2011
Mário Augusto Jakobskind
Uma delegação brasileira integrada por parlamentares, jornalistas e ativistas sociais que tinha a missão de ir à Líbia verificar de perto a situação naquele país norte africano ficou retida em Túnis por não poder cumprir a missão a que estava designada em função dos intensos bombardeios da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
Em Trípoli não dava para chegar de avião, somente por terra e numa estrada a partir da fronteira com a Tunísia. Próximo daquela área houve durante quatro dias na semana que passou (e continuaram) combates entre os chamados rebeldes e as forças leais a Muammar Khadafi.
Civis foram atingidos e ninguém pôde atravessar a fronteira para ir ao território líbio. Os que tentaram, como o médico líbio Heghan Abudeihna, que chegava do exterior via Tunísia foram atingidos. Integrantes da família do médico foram vitimados, segundo informações procedentes de Trípoli.