Rio de Janeiro, 21 de Setembro de 2026

<i>Os Melhores Anos de Nossas Vidas</i> lota teatro no Rio

Quinta, 10 de Setembro de 2009 às 13:36, por: CdB

Domingos de Oliveira + década de 50 + um jovem e talentoso elenco só pode ter como resultado uma plateia cheia e empolgada. Na quarta-feira, a pré-estréia do espetáculo Os Melhores Anos das Nossas Vidas,  escrita por Domingos Oliveira e dirigida por sua sobrinha, Bia Oliveira, no Teatro Clara Nunes, no Rio, foi aplaudida de pé pelo público repleto de convidados.

O teatro Clara Nunes lotou e ao final da história contada sob a visão de quatro amigos que viveram seus melhores anos na década de 50 arrancou gargalhadas do público. As duas horas de espetáculo desfilaram momentos de divertidas situações. O rapaz que ama uma menina e que é assediado por outra. O amigo galã e apaixonado pela menina afobada e divertida, interpretada pela novata Mariana Costantini, que empresta sua alegria e faz valer a personagem Matilda, engraçada e afoita, atrás de seu suposto amor. O estudante inveterado que quase deixa de lado as boas coisas da vida atrás de seu objetivo maior, interpretado divertidamente pelo jovem talento Rodrigo Simas.

Os momentos atrapalhados que arrancam risadas da platéia, com cenas de surreender do ator Bruno Gissoni que interpreta Pedro. As caras engraçadas e o jeito meio confuso de Edgar, personagem de Guga Sabatiê. E como o próprio personagem se descreve: de um temperamento agreste, de Arthur, que na verdade é um conquistador barato do interior, vivido pelo encantador e aparentemente tímido Thiago de Los Reys. Mas não se pode deixar de falar de outro ator, já consagrado também de tevê, João Vithor Oliveira, que rouba a cena com seu Juquinha. Garoto aplicado e o que muitos chamam de o CDF da turma, mas que quer apenas fazer parte do grupo legal da turma. O bad boy da turma, interpretado pelo grandioso ator Marcelo Pio. 

A pré-estreia teve a presença da atriz Daniela Escobar que foi aplaudida de pé por outro gênio dos palcos: Fernando Bicudo. A peça conta com uma produção de 253 figurinos, mais de 80 pares de sapato, objetos cênicos incontáveis e 30 atores em cena.

A peça fica em cartaz até 28 de outubro.

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