A polícia considera que os organizadores da rave Aldeia, realizada no último final de semana em Jurujuba, Niterói, são suspeitos de crimes ligados ao tráfico de drogas, o que pode render-lhes até 21 anos de prisão.
O Serviço de Repressão a Entorpecentes (SRE) de Niterói abriu inquérito para investigar se houve consumo e venda de drogas com o consentimento da empresa Star up, promotora da festa que reuniu 3 mil pessoas por mais de 20 horas de música eletrônica.
Cláudio Silva e Souza, dono da empresa, prestará depoimento nesta terça-feira.
Segundo a SRE, o ecstasy chamado "coração rosa", é o mais procurado e consumido atualmente nas raves em todo o estado. O "coração rosa" é mais forte e não provoca dores de cabeça e náusea, como o ecstasy tradicional.
Luiz Marcelo Fontoura Xavier, delegado da SRE, informou que as 45 pessoas que passaram mal e foram atendidas no posto médico do evento também vão depor.
- As raves estão intimamente ligadas ao tráfico e consumo de drogas sintéticas -, afirmou.
Organizadores de rave são considerados suspeitos
Terça, 28 de Novembro de 2006 às 09:53, por: CdB