Por Anticapitalista 12/07/2011 às 17:58
ORGANIZAÇÃO INFORMAL; sem revolucionários ou ativistas profissionais, sem organizações permanentes.
Dos partidos/sindicatos para a auto-organizações:
- Existe profundas diferenças no movimento revolucionário: uma tendência anarquista em direção a qualidade da luta e da sua auto-organização e uma outra tendência autoritária em direção a quantidade e a centralização.
- Organização é necessária para tarefas concretas: portanto somos contra partidos, sindicatos e organizações permanentes, tudo que sintetiza a luta e se torna um elemento de integração para o estado e o capital. Seus propósitos vem a ser a sua própria existência, no pior dos casos, primeiro constroem a organização, então depois procuram ou criam uma luta. Nosso tarefa é agir; organização é um meio. Portanto somos contra a delegação de ações ou práticas para uma organização: precisamos generalizar ações que levam a insurreição, não de controlar as lutas. A Organização não deve servir para defender certos interesses, mas sim para atacar certos interesses.
- Organizações informais são baseadas num número de compas ligados por uma afinidade em comum; seu elemento propulsivo é sempre a ação. Quanto maior a amplitude e variações de problemas que tais camaradas vão enfrentar como um todo, maior a afinidade será. Isto resulta que a real organização, a efetiva capacidade de agir juntos, conhecendo onde achar um ao outro, o estudo e a análise de problemas juntos, e a passagem para a ação, tudo toma lugar em relação a afinidade estendida e em como não há nada a se fazer com programas, plataformas, bandeiras ou partidos mais ou menos camuflados. A organizaçã o anarquista informal é portanto uma organização singular que se aglutina em torno de uma afinidade comum.