Além das declarações patéticas do presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), seguidas das do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM-PSDB), principal apoiador e cria do presidenciável derrotado José Serra (PSDB-DEM-PPS), tivemos que suportar o discurso de despedida - até que enfim! - de Tasso Jereissati (PSDB-CE) no Senado da República.
Não dá muito bem para entender o destaque dado pela imprensa à despedida de um senador a mais. Mas, analisando do ponto de vista da velha mídia que sempre teve em Jereissati um de seus grandes líderes conservadores, compreende-se. Além disso, a própria família do senador é dona de jornal, rádio e TV e domina a mídia no Ceará.
Mas o minueto da oposição (leiam nota acima) não acaba ai. Acompanha-se o discurso de despedida de Jereissati do Senado da República e quando todos esperavam uma análise da campanha derrotada de José Serra (PSDB-DEM-PPS), da derrota dele e de seu partido, o PSDB, no país e especialmente no Ceará - aonde tasso e os tucanos foram varridos da cena política - o que vimos foi um discurso profundamente ressentido.
Foi o pronunciamento de um magoado, um mau perdedor, repetindo a cantilena tucana sobre o governo e sobre o presidente Lula, na contramão de 95% dos brasileiros, e do eleitorado que elegeu a presidenta Dilma Roussef e apoia e aprova o presidente da República conforme atestam, por unanimidade, todas as pesquisas de opinião pública.
Rio de Janeiro, 29 de Agosto de 2026
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