A quadrilha também é suspeita de praticar roubos a bancos e estabelecimentos comerciais
Por Redação, com agências de notícias - do Rio de Janeiro:
Uma operação conjunta realizada por policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais, Coordenadoria de Inteligência e agentes da Polícia Federal , em Angra dos Reis, na madrugada desta quarta-feira, resultou na prisão de integrantes de uma quadrilha especializada em roubar e arrombar cofres.
A quadrilha também é suspeita de praticar roubos a bancos e estabelecimentos comerciais. Na ação, três homens foram presos, sendo dois deles da cidade de Santa Catarina. Foram apreendidos um carro, uma motocicleta, duas armas e diversas ferramentas utilizadas para arrombar caixas eletrônicos. A ocorrência ficou a cargo da Polícia Federal.
No fim da tarde de terça-feira, policiais do 15°BPM (Duque de Caxias), fizeram operação na comunidade Beira Mar, atuando na retirada de barricadas e preservando o direito de ir e vir do cidadão e repressão do tráfico de drogas.
Na operação um homem foi detido e foram apreendidos 1 rádio transmissor, 3.158 trouxinhas de maconha, 3 tabletes de maconha, 1.100 frascos de Loló e 3 kg de cocaína. Na delegacia foi constatado que o elemento apreendido já possuía um mandado de prisão por tráfico expedido. Ocorrência encaminhada à 59ª DP.
Combate ao tráfico
Mais de 1,7 mil crianças de quatro escolas da rede municipal de ensino, uma creche e um Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI) ficaram sem aulas na terça-feira nos turnos da manhã e da tarde, devido a uma operação conjunta das polícias civil e militar no Complexo da Penha, subúrbio do Rio de Janeiro, para cumprimento de mandados de prisão.
A operação Esparta II conta com mais de 700 policiais civis e militares e é um desdobramento de uma ação feita em 24 de setembro do ano passado, a partir da prisão de 27 pessoas envolvidas com o tráfico de drogas na região.
A operação é coordenada pelo delegado de polícia Reginaldo Guilherme, titular da delegacia da Penha. Segundo ele, com o prosseguimento das investigações e a realização de um trabalho de inteligência desenvolvido pela 22ª Delegacia de Polícia, foi possível identificar outros traficantes atuantes nas comunidades e pedir suas prisões que foram decretadas pela Justiça.
Em nota, a Polícia Civil informou que, além dos policiais da 22ª delegacia, a ação conta com o apoio do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), da Polícia Militar e da Coordenadoria de Polícia Pacificadora.A ação para combater o tráfico de drogas ocorre no Complexo da Penha (Parque Proletário e Vila Cruzeiro), e também nas comunidades da Fazendinha e Nova Brasília.