Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Operação da Polícia Militar prende pessoas envolvidas com drogas na Ilha do Governador

Policiais militares fizera nesta quarta-feira uma grande operação em quatro comunidades da Ilha do Governador, bairro da Zona Norte do Rio onde fica o Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). Pelo menos nove pessoas foram presas na ação, que contou com a participação dos batalhões de Operações Especiais (Bope), de Choque e da Ilha do Governador (17º BPM).

Quarta, 15 de Outubro de 2014 às 08:27, por: CdB
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O Ministério Público e a Secretaria de Segurança também suspeitam que os policiais recebiam uma propina semanal
Policiais militares fizera nesta quarta-feira uma grande operação em quatro comunidades da Ilha do Governador, bairro da Zona Norte do Rio onde fica o Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). Pelo menos 13 pessoas foram presas e apreenderam 600 quilos de maconha, na ação, que contou com a participação dos batalhões de Operações Especiais (Bope), de Choque e da Ilha do Governador (17º BPM). Até o momento, foram apreendidos um fuzil, quatro pistolas e 19 carregadores de munição, além de maconha e cocaína. Também houve apreensão de materiais usados na preparação das drogas para a venda e na comunicação entre os integrantes da organização que ocupa essas favelas. Um homem foi preso com um revólver calibre 38, depois de atirar contra um suspeito que estava sendo perseguido por policiais. A ação começou às 5h nas comunidades do Dendê, Parque Royal, da Praia da Rosa e de Pichuna. A incursão da Polícia Militar nas comunidades é feita uma semana depois de uma operação da Secretaria de Segurança e do Ministério Público, que prendeu preventivamente 16 policiais militares do Batalhão da Ilha do Governador, entre eles o ex-comandante da unidade coronel Dayzer Corpas Maciel. Eles são acusados de sequestrar suspeitos de integrar a quadrilha que domina o Morro do Dendê e soltá-los mediante o pagamento de R$ 300 mil. Além disso, são acusados de roubar as armas desses homens e revendê-las por R$ 150 mil à própria organização. O Ministério Público e a Secretaria de Segurança também suspeitam que os policiais recebiam uma propina semanal para não atuar contra a venda de drogas na região.
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