Rio de Janeiro, 13 de Setembro de 2026

Operação da polícia deixa mortos e feridos no Morro do Juramento

Pelo menos seis suspeitos ficaram mortos em uma operação da Polícia Militar no Morro do Juramento, Subúrbio do Rio nesta terça-feira. De acordo com a PM, quatro pessoas que foram baleadas na troca de tiros seguem feridas, entre eles, dois policiais.

Terça, 04 de Fevereiro de 2014 às 08:11, por: CdB
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De acordo com a PM, quatro pessoas que foram baleadas na troca de tiros seguem feridas
Pelo menos seis suspeitos ficaram mortos em uma operação da Polícia Militar no Morro do Juramento, Subúrbio do Rio nesta terça-feira. De acordo com a PM, quatro pessoas que foram baleadas na troca de tiros seguem feridas, entre eles, dois policiais. Segundo o comandante do 41º BPM (Irajá), tenente-coronel Luiz Carlos Leal Gomes, a polícia procurava os traficantes envolvidos no ataque à base da PM no Conjunto de Favelas do Alemão no domingo, quando a policial Alda Rafael Castilho foi morta a tiros. Segundo a corporação, os baleados foram encaminhados para o Hospital Salgado Filho, no Méier, sem gravidade. Os dois policiais que ficaram feridos foram baleados de raspão na perna. A operação durou cerca de quatro horas, e terminou por volta das 9h. Informações do 41º BPM (Irajá), até as 7h30 uma pessoa foi presa. De acordo com o portal G1. A ação aconteceu com apoio de carros blindados. Entre o material apreendido no Morro do Juramento, estão quatro fuzis AK-47, duas pistolas, granadas e material entorpecente que ainda vai ser analisado. Tudo foi encaminhado para a 27ª DP (Vicente de Carvalho). As operações em busca dos suspeitos aconteceram em cinco morros do Rio nesta terça. Segundo o 2º Comando de Policiamento de Área da PM, as ações aconteceram no Morro Jorge Turco, área do 9º BPM (Rocha Miranda); na Favela de Vila Kennedy, em Bangu; na Favela do Rola, em Santa Cruz; e no Morro do Banco, na Barra da Tijuca.

Arrastão em hospital

Homens armados invadiram o Hospital Norte D'Or, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, na noite desta segunda-feira e assaltaram pacientes e funcionários. De acordo com a Polícia Militar, pelo menos cinco homens armados entraram no hospital particular no fim da noite. Ninguém ficou ferido na ação. A Delegacia de Campinho (28ª DP) investiga o caso. Por meio da assessoria de imprensa, o hospital informou que está “solidário aos clientes e lamenta profundamente o ocorrido". O hospital destacou ainda que "todas as providências estão sendo adotadas no sentido de contribuir com as autoridades policiais nas investigações”. Segundo testemunhas, um carro preto teria sido usado pelo grupo, que fugiu pouco depois de promover o arrastão. Ainda de acordo com a 28ª DP, foram solicitadas as imagens do circuito de vigilância do hospital e realização de perícia datiloscópica para identificar os suspeitos por meio das impressões digitais. Uma motociclista de 35 anos, que era atendida por enfermeiros, disse que ela e outros pacientes conseguiram esconder seus pertences antes que o grupo chegasse às salas da emergência. Moradora de Cascadura, ela lembra que uma mulher participava do arrastão e confirmou que os criminosos tinham idades entre 14 e 20 anos. O momento de maior tensão ocorreu quando um homem não quis entregar o telefone celular. – Todos imploraram para ele entregar. Os caras eram violentos. Nunca passei por isso. Roubar as pessoas dentro de um hospital é demais. Cascadura está largado. Está tendo muito assalto aqui na região – criticou a motociclista, se dizendo ainda trêmula com a ação dos criminosos. A vítima aproveitou para relembrar o caso da advogada Ângela Neves Martins, de 55 anos. Ela foi morta dentro de casa, no dia 27 de janeiro. Bandidos foram surpreendidos dentro da casa da vítima, na Rua Barão do Bananal, no vizinho bairro de Cavalcanti. Ângela levou um tiro nas costas. Ela ainda foi socorrida no mesmo Norte D´Or, mas não resistiu. O hospital fica a dois quilômetros do local do crime.
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