Usuários do celular têm uma nova "desculpa" para continuar utilizando o equipamento. É que, segundo estudo da Universidade do Sul da Flórida, as ondas do telefone celular poderiam proteger do mal de Alzheimer. A pesquisa foi publicada no Journal of Alzheimer's Disease.
Ainda sem cura, o Alzheimer afeta milhões de pessoas e se caracteriza pela perda progressiva da memória e leva à demência e à morte.
Experiências com cem ratos mostrou que que a exposição às ondas eletromagnéticas do aparelho pode proteger e até reverter os sintomas da doença.
Os cientistas explicaram que nos roedores as ondas eliminavam e preveniam a formação das camadas de proteína beta-amiloide, características da doença. Os ratos foram fechados durante nove meses em uma jaula e foram expostos a ondas similares as de um celular.
Induzidos geneticamente para desenvolver a doença, os roedores se mantiveram saudáveis. Sua memória não foi afetada e também não mostraram sinais de demência. Nos ratos mais velhos com problemas de memória, os problemas desapareceram.