Rio de Janeiro, 03 de Setembro de 2026

OMS diz que ciclo da pandemia da gripe H1N1 chegou ao fim

O vírus da gripe H1N1 já percorreu sua trajetória e a pandemia passou, disse a chefe da Organização Mundial da Saúde nesta terça-feira. Segundo ela, o vírus H1N1 "completou amplamente seu percurso". A declaração foi feita depois de recomendações de especialistas mundiais na gripe, que revisaram o status no começo do dia.

Terça, 10 de Agosto de 2010 às 08:41, por: CdB

O vírus da gripe H1N1 já percorreu sua trajetória e a pandemia passou, disse a chefe da Organização Mundial da Saúde nesta terça-feira. – Agora estamos indo em direção ao período pós-pandêmico –, afirmou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, em teleconferência, dizendo que o vírus H1N1 "completou amplamente seu percurso". A declaração foi feita depois de recomendações de especialistas mundiais na gripe, que revisaram o status no começo do dia. A Organização Mundial da Saúde informou que a gripe H1N1  atingiu 214 países.   Segundo a agência, a influenza que começou no México em 2009 já matou 18.449 pessoas. As regiões mais afetadas pela gripe H1N1 são o sul da Ásia e zonas das partes centro e sul das Américas. A OMS revelou que os níveis de novas contaminações continuam baixos com exceção da África do Sul por causa de uma onda de infecção com a influenza sazonal. Os especialistas da agência disseram que as altas temperaturas do inverno na África do Sul e no hemisfério sul agravaram a situação do país africano. O surto da gripe, causada pelo vírus H3N2 tipo B continua ocorrendo em partes do leste da África, do sudeste da Ásia e da América Central. Na América do Sul, Chile e Argentina registram baixos índices de contaminação, mas algumas pessoas estão com problemas respiratórios. A OMS informou que na Ásia, os piores níveis de contaminação com a influenza H1N1 foram notificados na Índia, em partes do Nepal e do Butão. Somente na Índia, 25% das pessoas que fizeram exames em laboratório por causa de problemas respiratórios tinham o vírus da influenza. O maior número de vítimas fatais vieram das Américas. A região notificou mais de 8 mil mortes.

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