Olhos azuis, de José Joffily, recebeu o troféu Menina de Ouro como o melhor longa de ficção e outros cinco prêmios do II Festival Paulínia de Cinema. O Festival premiou também o documentário, Só dez por cento é mentira, de Pedro Cezar.
Os curtas Timing, de Amir Admoni, e Spectaculum, de Juliano Luccas, venceram nas categorias nacional e regional, respectivamente.
Ana Luíza Azevedo, de Antes que o mundo acabe, ganhou o prêmio de melhor direção de ficção, e a dupla Roberto Berliner e Pedro Bronz, por Herbert de perto, pela direção de documentário.
A trama de Olhos azuis, com David Rasche, se divide em duas linhas narrativas. A primeira acompanha um homem, Marshall, ex-chefe de departamento de imigração de um aeroporto americano, à procura de uma criança em Pernambuco.
A outra mostra o mesmo Marshall em seu último dia de trabalho antes da aposentadoria no aeroporto JFK, em Nova York, à frente de um grupo de visitantes de várias nacionalidades que quer entrar em solo americano. Marshall é racista, machista, grosso e tem um enorme desprezo pelos imigrantes.