Construção em andamento do projeto de 2 bilhões de dólares do Superporto de Açu, que pertence ao grupo EBX de Eikei Batista, em São João da Barra, no Rio de Janeiro, 11 de março de 2013
A petroleira OGX, do grupo EBX de Eike Batista, afirmou que não cometeu irregularidades no acordo com a Petrobras, segundo informou em comunicado.
O acordo entre as petroleiras considera a compra, pela OGX, de participação de 40 por cento em contrato de concessão do Bloco BS-4, localizado na Bacia de Santos.
No fim de julho, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) avaliou que as duas empresas consumaram uma operação de compra e venda de ativo sem aprovação do órgão de defesa da concorrência no Brasil, e encaminhou o caso para o tribunal do órgão antitruste.
- A OGX vem posicionando-se junto ao Cade de maneira a demonstrar que não praticou ato que possa caracterizar a consumação antecipada da operação e informa que não há, neste momento, qualquer sanção imposta pelo Cade em relação à companhia - informou a petroleira no comunicado.
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