Todos os dias, os pedestres no Rio de Janeiro enfrentam uma verdadeira pista de obstáculos para poder andar de um ponto a outra nos vários bairros da Cidade - que já foi um dia - Maravilhosa. Esta situação está cada vez pior em diversos pontos da cidade, como é caso do Centro. Nesta parte da cidade, a pista de obstáculos fica pior, como é o caso da Praça Tiradentes, onde os pedestres precisam driblar buracos, pedras portuguesas soltas e andar por espaços estreitos e sem isolamento da obra de reurbanização feita pela Galcon Construções e Participações LTDA, contratada pela RioUrbe para executar serviços de reforma e restauração, orçados em R$ 2,5 milhões, no prazo de seis meses.
Segundo o secretário municipal de Conservação, Carlos Roberto Osório, a Operação Choque de Ordem, que chegará às concessionárias de serviços públicos a partir desta quarta-feira, adotará o mesmo rigor com empresas municipais (CET-Rio e RioLuz) e empreiteiras que trabalhem para a prefeitura. A diferença é que, nas obras municipais, a licença da secretaria é dispensada. Mas essas intervenções terão de cumprir as exigências de sinalização, isolamento, informação, cronograma e recomposição do pavimento.
- A preocupação do prefeito Eduardo Paes é com a qualidade. O objetivo final é termos um Rio melhor, mais conservado. A quantidade de obras feitas pela CET-Rio e pela RioLuz é inferior à executada por concessionárias, mas as empresas do município não terão carta branca para fazer o que querem. O mesmo vale para as empreiteiras. Internamente, exigiremos que sejam cumpridas as normas técnicas - diz Osório.
Paes anunciará amanhã mudanças tanto nas normas para abrir e fechar buracos em vias públicas, como na fiscalização, para as concessionárias. O secretário de Obras, Alexandre Pinto, que fiscaliza intervenções feitas por empreiteiras, também participará da reunião e ainda nesta segunda prometeu cobrar da Galcon providências para as irregularidades flagradas na Praça Tiradentes.
No caso das obras emergenciais, a comunicação por e-mail a uma das 24 Divisões de Conservação passará a ser imediata, e não mais em até 72 horas, como é hoje. Por meio de projeto de lei, a prefeitura pretende elevar o valor das multas - hoje R$ 200, em média. Haverá ainda um concurso para aumentar o quadro de fiscais de conservação. Até lá, 25 homens do programa Zeladores do Rio vão auxiliar na fiscalização. A população também poderá colaborar, fazendo denúncias pelo telefone.
Obras da prefeitura terão que se enquadrar no Choque de Ordem
Todos os dias, os pedestres no Rio de Janeiro enfrentam uma verdadeira pista de obstáculos para poder andar de um ponto a outra nos vários bairros da Cidade - que já foi um dia - Maravilhosa. Esta situação está cada vez pior em diversos pontos da cidade, como é caso do Centro. Nesta parte da cidade, a pista de obstáculos fica pior, como é o caso da Praça Tiradentes, onde os pedestres precisam driblar buracos, pedras portuguesas soltas e andar por espaços estreitos e sem isolamento da obra de reurbanização feita pela Galcon Construções e Participações LTDA, contratada pela RioUrbe para executar serviços de reforma e restauração, orçados em R$ 2,5 milhões, no prazo de seis meses.
Terça, 06 de Julho de 2010 às 21:41, por: CdB
Todos os dias, os pedestres no Rio de Janeiro enfrentam uma verdadeira pista de obstáculos para poder andar de um ponto a outra nos vários bairros da Cidade - que já foi um dia - Maravilhosa. Esta situação está cada vez pior em diversos pontos da cidade, como é caso do Centro. Nesta parte da cidade, a pista de obstáculos fica pior, como é o caso da Praça Tiradentes, onde os pedestres precisam driblar buracos, pedras portuguesas soltas e andar por espaços estreitos e sem isolamento da obra de reurbanização feita pela Galcon Construções e Participações LTDA, contratada pela RioUrbe para executar serviços de reforma e restauração, orçados em R$ 2,5 milhões, no prazo de seis meses.
Segundo o secretário municipal de Conservação, Carlos Roberto Osório, a Operação Choque de Ordem, que chegará às concessionárias de serviços públicos a partir desta quarta-feira, adotará o mesmo rigor com empresas municipais (CET-Rio e RioLuz) e empreiteiras que trabalhem para a prefeitura. A diferença é que, nas obras municipais, a licença da secretaria é dispensada. Mas essas intervenções terão de cumprir as exigências de sinalização, isolamento, informação, cronograma e recomposição do pavimento.
- A preocupação do prefeito Eduardo Paes é com a qualidade. O objetivo final é termos um Rio melhor, mais conservado. A quantidade de obras feitas pela CET-Rio e pela RioLuz é inferior à executada por concessionárias, mas as empresas do município não terão carta branca para fazer o que querem. O mesmo vale para as empreiteiras. Internamente, exigiremos que sejam cumpridas as normas técnicas - diz Osório.
Paes anunciará amanhã mudanças tanto nas normas para abrir e fechar buracos em vias públicas, como na fiscalização, para as concessionárias. O secretário de Obras, Alexandre Pinto, que fiscaliza intervenções feitas por empreiteiras, também participará da reunião e ainda nesta segunda prometeu cobrar da Galcon providências para as irregularidades flagradas na Praça Tiradentes.
No caso das obras emergenciais, a comunicação por e-mail a uma das 24 Divisões de Conservação passará a ser imediata, e não mais em até 72 horas, como é hoje. Por meio de projeto de lei, a prefeitura pretende elevar o valor das multas - hoje R$ 200, em média. Haverá ainda um concurso para aumentar o quadro de fiscais de conservação. Até lá, 25 homens do programa Zeladores do Rio vão auxiliar na fiscalização. A população também poderá colaborar, fazendo denúncias pelo telefone.