O atacante Obina, há apenas quatro meses na China, é tido como um ídolo dentro de campo no atual campeão chinês, o Shandong Luneng, mas não está feliz com a vida que leva na maior república comunista do planeta.
O atacante Obina, há apenas quatro meses na China, é tido como um ídolo dentro de campo no atual campeão chinês, o Shandong Luneng, mas não está feliz com a vida que leva na maior república comunista do planeta. O ex-atacante do Atlético-MG e a do zagueiro Renato Silva, ex-São Paulo, na cidade de Jinan, tem sido um teste e tanto para os dois jogadores brasileiros e suas famílias. Segundo notícias veiculados na imprensa brasileira, Obina e Renato precisavam até pouco tempo de dois intérpretes para se comunicar com o técnico croata Branko Ivankovic, do croata ao mandarim e do mandarim ao espanhol. Não há tradutor para o português.
A dupla só tem intérprete em dias de jogo e sofre para conseguir se comunicar com os chineses. Obina relatou àa Folha de S. Paulo que não sabe nem que posição seu time está no campeonato local por não conseguir ler o jornal. O atacante e o zagueiro sofrem também para conseguir comer. Além de sofrer com os temperos apimentados dos chineses, eles só frequentam três restaurantes da cidade: McDonald's, Pizza Hut e um de comida italiana. A maior parte das refeições da família Obina é feita em casa.
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