Por Marxista Revolucionário 04/07/2011 às 16:17
O troll...xa do Toddynho foi desmascarado de vez aqui no CMI.
O pretenso "marxismo" do autogestionário já não engana mais ninguém. Ele foi simplesmente desmascarado e fugiu de dois debates onde ficou claro o abismo entre as suas "concepções" e as teorias verdadeiras de Karl Marx.
Para defender a sua absurda tese de que com a crise o capitalismo privado será substituído pelo capitalismo estatal ele foi obrigado a negar e caluniar o marxismo:
"O Estado já é o senhor da burguesia falida zumbificada semi-estatizada, mas como ela não serve para nada será descartada em breve, no próximo colapso que esta bem próximo."
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2011/07/493622.shtml
É sabido de todos que para Marx o Estado não era neutro e que o Estado capitalista é o Estado da burguesia e é por ela controlado. Alertado sobre isso o Toddynho foi obrigado a descer a ladeira e caluniar Marx:
"Não é bem assim Raymundo
Um autogestionário 04/07/2011 11:13
O Estado pode se tornar autonomo e voltado para si mesmo na teoria de Marx, ele disse isso quanto ao Estado burocratico de Bismarck na Alemanha, de Napoleão na França, etc.
No capitalismo o "normal" e mais provável é a submisão do Estado à burguesia, mas essa não uma condição inevitável no capitalismo.
Vai estudar Raymundo Araujo Filho, seu paspalhão desesperado e vai encher o saco de outro!!!"
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2011/07/493622.shtml
A arrogância do "intelectual" autogestionario tornou a sua fala ainda mais ridícula. Eu próprio alertei ele de novo da nova mancada mas a pá de cal veio em outro post com outro debatente:
"Autogestionário Leninista em vez de Marxista
E agora, José? 04/07/2011 12:35
O Autogestionário suspendeu o poder estatal no ar e culpa Marx por isso.
"Mas sob a monarquia absoluta, durante a primeira Revolução, sob Napoleão, a burocracia era apenas o meio de preparar o domínio de classe da burguesia. Sob a Restauração, sob Luís Filipe, sob a república parlamentar, era o instrumento da classe dominante, por muito que lutasse por estabelecer seu próprio domínio.
Unicamente sob o segundo Bonaparte o Estado parece tornar-se completamente autônomo. A máquina do Estado consolidou a tal ponto a sua posição em face da sociedade civil que lhe basta ter à frente o chefe da Sociedade de 10 de Dezembro, um aventureiro surgido de fora, glorificado por uma soldadesca embriagada, comprada com aguardente e salsichas e que deve ser constantemente recheada de salsichas. Daí o pusilânime desalento, o sentimento de terrível humilhação e degradação que oprime a França e lhe corta a respiração. A França se sente desonrada.
E, não obstante, o poder estatal não está suspenso no ar. Bonaparte representa uma classe, e justamente a classe mais numerosa da sociedade francesa, os pequenos (Parzellen) camponeses.
Assim como os Bourbons representavam a grande propriedade territorial e os Orléans a dinastia do dinheiro, os Bonapartes são a dinastia dos camponeses, ou seja, da massa do povo francês. O eleito do campesinato não é o Bonaparte que se curvou ao Parlamento burguês, mas o Bonaparte que o dissolveu. Durante três anos as cidades haviam conseguido falsificar o significado da eleição de 10 de dezembro e roubar aos camponeses a restauração do Império. A eleição de 10 de dezembro de 1848 só se consumou com o golpe de Estado de 2 de dezembro de 1851." Marx, 18 Brumário
"Como o Estado nasceu da necessidade de refrear os antagonismos de classes, no próprio conflito dessas classes, resulta, em princípio, que o Estado é sempre o Estado da classe mais poderosa, da classe economicamente dominante que, também graças a ele, se toma a classe politicamente dominante e adquire, assim, novos meios de oprimir e explorar a classe dominada.
Não só o Estado antigo e o Estado feudal eram órgãos de exploração dos escravos e dos servos, como também:
O Estado representativo moderno é um instrumento de exploração do trabalho assalariado pelo capital. Há, no entanto, períodos excepcionais em que as classes em luta atingem tal equilíbrio de forças, que o poder público adquire momentaneamente certa independência em relação às mesmas e se torna uma espécie de árbitro entre elas.
Tais foram a monarquia absoluta dos séculos XVII e XVIII, o bonapartismo do primeiro e do segundo Império na França, e Bismarck na Alemanha.
Tal é, acrescentaremos nós, o governo de Kerensky na Rússia republicana, com a sua política de perseguição contra o proletariado revolucionário no momento em que os Sovietes são já impotentes em virtude de seus dirigentes pequeno-burgueses e a burguesia ainda não é bastante forte para os dissolver sem cerimônia." Lenin, Estado e Revolução
Muito bem, Auto-Gesta"
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2011/07/493631.shtml
Nos dois debates o Toddynho que continua a pentelhar por aqui simplesmente sumiu!
No início eu achava que o autogestionário era maluco. Agora começo a desconfiar que seja um troll criado por defensores do capitalismo para semear a confusão no CMI. Se foi essa a intenção o tiro saiu pela culatra. Não há farsa que se sustente para sempre. O Toddynho não passa de um troll... trollXA!!! ahahahahaahaaha