Walna Vilarins Menezes, assessora direta da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), passou a responder, a partir desta quarta-feira, em Juízo, pela acusação de formação de quadrilha e corrupção passiva. O indiciamento ocorreu no final da tarde passada pela Polícia Federal. A servidora pública é também citada em ação do Ministério Público Federal por improbidade administrativa e acusada de favorecer empresas em licitações.
No inquérito, a PF aponta o suposto envolvimento de Walna com o crime durante conversa telefônica entre a empresária Neide Bernardes e o dono da Magna Engenharia, Edgar Cândia, com quem Walna teria se encontrado há mais de um ano. Durante a conversa, os empresários dizem que "tá tudo combinado" e que a "progenitora maior do Estado sabe". O advogado de Walna, Norberto Flach, negou as acusações.