Rio de Janeiro, 20 de Setembro de 2026

O aquecimento climático é pura invenção

Por Rui Martins - Al Gore, Marina da Silva e tantos outros profetas ecológicos do apocalipse climático são desmentidos – não há aquecimento da temperatura na Terra. Artigo de Rui Martins. Al Gore chegou a ganhar o Prêmio Nobel como pregador do fundamentalismo ecologista, prevendo o fim do mundo com o aquecimento da temperatura na Terra, aumento do nível dos oceanos, catástrofes em cadeia e o provável desaparecimento do ser humano.

Sexta, 27 de Setembro de 2013 às 02:42, por: CdB
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As previsões catastróficas do GEIC e dos ambientalistas eram exageradas..
Al Gore, Marina da Silva e tantos outros profetas ambientalistas do apocalipse climático são desmentidos – não há aquecimento climático na Terra. Al Gore chegou a ganhar o Prêmio Nobel como pregador do fundamentalismo ecologista, prevendo o fim do mundo com o aquecimento da temperatura na Terra, aumento do nível dos oceanos, catástrofes em cadeia e o provável desaparecimento do ser humano. Com base em suas profecias, foi feito um filme One Inconvenient Truth (Uma Verdade que Incomoda) destinado à sensibilização das populações ao problema do aquecimento climático e para alertar contra as causas dessa catástrofe programada para o nosso planeta. Na série dos filmes de catástrofes, houve o filme The Day after Tomorrow, contando as terríveis catástrofes consequentes do aquecimento climático. E até os estúdios Walt Disney se inspiraram no apocalipse humano, com o desenho animado A Idade do Gelo. Não foi invenção do Al Gore. No fim do século passado, alguns cientistas meteorologistas como Nicola Scafetta, alarmados com o aumento do lançamento do gás carbonico, CO2, na atmosfera, lançaram o alerta de que esse gás iria cobrir a Terra como num invólucro e provocar um efeito de estufa. As primeiras previsões, divulgadas em Paris, davam conta de um aumento provável de 6 graus na temperatura terrestre, o que poderia provocar o fim da espécie humana. Imediatamente, os defensores da natureza se organizaram e deram origem aos movimentos e partidos ecologistas e o mundo todo, inclusive o mundo político, passou a dar prioridade ao risco do homem tornar o planeta inabitável em decorrência da poluição atmosférica. E todos nós nos sentimos culpados por lançar na atmosfera o CO2 do cano de escapamento de nossos carros. De repente, terminado o marxismo, surgiu a nova ideologia da ecologia, nem de esquerda e nem de direita, transformada praticamente num evangelho destinado não à salvação das almas mas à salvação do mundo. Que eu me lembre, só o cientista francês Claude Allègre, ex-ministro da Cultura, na época do presidente François Mitterrand, contestou a crença geral, com um livro controvertido, publicado em 2010, A Impostura Climática ou a falsa ideologia. Nele, Claude Allègre, já falecido, constestava todos os dados divulgados pelo GIEC (Grupo de especialistas intergovernamentais sobre a evolução do clima), reunindo cientistas da ONU e da Organização Mundial de Meteorologia, afirmando que, na história do nosso planeta, tinha havido fase de glaciação, diminuição e aumento da temperatura terrestre, sem qualquer participação humana. Imaginar, dizia ele, que o homem seja capaz de mudar o clima do planeta é uma espécie de megalomania humana. Em termos políticos mundiais, o fato dos EUA torpedearem todos os esforços para se diminuir a poluição atmosférica provocou uma esquerdização da política ecológica. E isso fez com que a questão do aquecimento terrestre se dividisse em campos políticos – a direita de Bush e a direita em geral com suas indústrias poluidoras não acreditavam; a esquerda, na sua posição de protetora das populações e do planeta acreditava na necessidade premente de se abandonar o combutível vindo do petróleo, gerador de CO2, em favor de energias alternativas. Nessa ideologia do aquecimento global, e pouca gente sabia, entrou o lobby da energia nuclear e, ainda nos anos 80, a ex-primeira-ministra Margareth Tatcher. Em guerra contra os mineiros do carvão, Tatcher preconizou a reconversão do sistema britânico de energia para o nuclear, considerado, naquela época, a energia limpa. Portanto, não foi só o fundamentalismo ingênuo dos talibãs defensores da natureza, o motor da mobilização mundial contra o aquecimento terrestre – foram os capitais interessados na expansão da energia limpa, a nuclear. Até acontecer Tchernobyl e se descobrir que as centrais nucleares eram muito mais perigosas que as centrais térmicas. A variante passou a ser a energia solar, a energia eólica, de maré, mas todas ainda insuficientes par abastecer o mundo consumista moderno. Nesta sexta-feira, o mesmo GIEC vai divulgar, em Genebra, a primeira parte do relatório sobre o clima, previsto para o fim do ano ou começo de 2014. E nele, uma outra constatação se precisa – não há nenhum aquecimento climático visível que seja capaz de mudar a vida humana na face da Terra. Houve catastrofismo e exagero nos primeiros relatórios, feitos com base em dados incorretos e aumentados por cientistas que transformaram a ecologia numa espécie de nova religião. E como costumam fazer as religiões, lançadoras de culpas e pecados dos quais é preciso se redimir, os profetas ecologistas lançaram a culpa do desastre do planeta em todos nós, habitantes do mundo consumidor de CO2. Porém, o quinto relatório do GIEC reconhece que o aquecimento, quando se registra, não é causado pelas formiguinhas humanas, mas pelas explosões das atividades solares e também pelas correntes marítimas. Outro mito também desfeito é o do fim do petróleo. Com a descoberta do xisto betuminoso e da maneira pela qual pode ser explorado, pela técnica (poluidora) do fracking, toda a reconversão da produção de energia por meios alternativos foi abandonada, porque nos EUA, por exemplo, existe tanto petróleo como na Arábia Saudita. Portanto, com a exploração do xisto, o mundo continuará lançando CO2 na atmosfera, mas como diz o físico francês François Gervais, numa entrevista para a revista suíça L´Hebdo, “o CO2 é benéfico para o planeta, não é um poluente, ao contrário é um nutriente para a vegetação”. Na imprensa brasileira, ao que eu saiba, só um jornalista remava contra a maré do aquecimento climático – Carlos Brickman, ex-Estadão e hoje no Diário do Grande ABC, declaradamente de direita. Mas Claude Allègre, voz divergente na França, era socialista. (Publicado originalmente no site Direto da Redação) Rui Martins, jornalista, escritor, líder emigrante, correspondente em Genebra.
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