Os números do crescimento da economia chinesa (relaciono-os na nota abaixo) revelam sua pujança e o acerto da estratégia de desenvolvimento traçada por suas lideranças, elites e empresariado.
Seus novos estágio e status no ranking de desenvolvimento mundial mostram que ela já tem, sim, um grande empresariado, mas revelam também que todas as nações - inclusive a China com seus altos índices de investimento, tecnologia e exportação - estão sendo atingidas por dois problemas: a inflação e os déficits comerciais.
Para superar este atual momento, fruto da crise na economia européia e norte-americana, todas (nclusive a China) terão de adotar medidas conjunturais. E fazê-lo sem abandonar suas estratégias de desenvolvimento, e sem afetar suas políticas estratégicas como nação.
A questão reside, então, em como fazê-lo sem perder o rumo. Pelo contrário, adotá-las buscando saídas em nível mundial para a presente crise, apesar da Europa e dos Estados Unidos.
Rio de Janeiro, 18 de Agosto de 2026
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