Rio de Janeiro, 14 de Agosto de 2026

Onze crianças foram mortas em ataque a escola em Realengo

São onze os mortos durante ataque de um homem, na Escola Municipal Tasso da Silveira, na Rua General Bernadino de Matos, em Realengo, na manhã desta quinta-feira, segundo o secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes. O atirador seria aluno da escola. De acordo com o secretário, são 17 feridos.

Quinta, 07 de Abril de 2011 às 07:07, por: CdB
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Dados oficiais apontam que são 11 mortos e 17 feridos na tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo,  na Rua General Bernadino de Matos, em Realengo, no Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira. A maioria das vítimas é de crianças e adolescentes, segundo os policiais. O atirador era aluno da escola.  No momento do ataque, na escola estavam 400 crianças.  O atirador Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, entrou no colégio municipal e disparou contra os estudantes e, durante confronto com os policiais, teria se suicidado. Na fuga, segundo relato de policiais do Batalhão Rodoviário, que faziam uma operação junto com fiscais do Detro nas imediações do colégio, o atirador voltou a arma para ele mesmo e puxou o gatilho. Bombeiros levaram as vítimas para dois hospitais da região, um deles o Hospital Albert Schweitzer. – Era umas 8h30 quando ouvi muitos tiros, mas muitos tiros mesmo. O que comentaram aqui na rua é que o pai do aluno estava aborrecido com um caso de bulling com o filho dele – disse Maria do Carmo, moradora do bairro. Os primeiros socorros às vítimas da Escola Municipal Tasso da Silveira foram dados pelo soldado da Polícia Militar Márcio Alves, de 38 anos,  e 18 de profissão. Ele disse que conseguiu imobilizar o atirador, quando ele tentava subir as escadas do segundo para o terceiro andar. Ao imobilizá-lo com um tiro na perna, Oliveira caiu no chão e se suicidou. O policial lamentou não ter chegado cinco minutos antes no local do crime para evitar a tragédia. – Estou com o dever cumprido por ter evitado que ele chegasse ao terceiro andar, onde poderia matar mais crianças. Mas se tivesse chegado cinco minutos antes, teria evitado outras mortes. Segundo ele, Wellington usava uma espécie de cinturão com munição. O policial contou que depois que Wellington se matou, fez uma busca no prédio do colégio para verificar se havia outros atiradores na área. Alves confirmou que foi alertado do que ocorria na escola municipal por um estudante ferido. Uma multidão de curiosos acompanhou o trabalho de perícia das polícias Militar e Civil. As autoridades informaram que ainda desconhecem as razões que motivaram o crime.
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