O número de vítimas de homicídios dolosos caiu pela quarta vez consecutiva em 2011, registrando o menor índice da série histórica, iniciada em 1991, se comparado ao mesmo mês dos anos anteriores. A estimativa consta do Balanço das Incidências Criminais e Administrativas, divulgado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP).
O número de vítimas de homicídios dolosos caiu pela quarta vez consecutiva em 2011, registrando o menor índice da série histórica, iniciada em 1991, se comparado ao mesmo mês dos anos anteriores. A estimativa consta do Balanço das Incidências Criminais e Administrativas, divulgado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP).
Em comparação ao mês de abril de 2011 com o ano anterior, a taxa apresentou redução de 6,7% (menos 29 mortes). Nos quatro primeiros meses do ano, foram registradas 403 vítimas, contra 432 no mesmo período do ano passado.
Em relação ao trimestre (fev/mar/abr), quando 1.145 casos foram relatados, houve redução de 18,0% (252 casos a menos vítimas) se levados em conta os números de igual período no ano anterior.
A taxa faz parte dos indicadores de letalidade violenta (homicídio doloso, latrocínio, auto de resistência e lesão seguida de morte), que caiu 11,3% (menos 62 vítimas) durante o período.
Foram 485 vítimas em 2011 e 547 no mesmo período do ano passado. A meta da Secretaria de Segurança é reduzir o total de casos em 6,67% no primeiro semestre de 2011 em comparação a 2010.
Segundo o vice-presidente do ISP, coronel José Motta de Souza, a queda por meses consecutivos é resultado do trabalho conjunto das polícias Civil e Militar, das delegacias de Homicídios e de Roubos e Furtos e da ampliação do projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) no Estado.
A taxa de roubo de veículos também registrou recorde por totalizar, desde 1992, o menor número dentre todos os meses de abril na série histórica. Em comparação a 2011 com o ano anterior, houve redução de 16,3% (menos 291 casos). Foram 1.493 casos em 2011 e 1.784 no mesmo período do ano passado.
Outros indicadores estratégicos também registraram queda: auto de resistência (32,4%); roubos a transeunte (15,8%), de aparelho celular (13,6%) e em coletivo (15,5%). Já os números relativos à apreensão de drogas subiram 34,3%, assim como o de armas (11,8%) e o de prisões (30,9%), se comparados aos do mesmo mês nos últimos anos.
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