O atual campeão de Wimbledon, Novak Djokovic, passou com confiança para a segunda rodada com uma vitória por 6-4, 6-4 e 6-4 contra o alemão Philipp Kohlschreiber, nesta segunda-feira.
Novak Djokovic vence Philipp Kohlschreiber na estreia em Wimbledon
O atual campeão de Wimbledon, Novak Djokovic, passou com confiança para a segunda rodada com uma vitória por 6-4, 6-4 e 6-4 contra o alemão Philipp Kohlschreiber, nesta segunda-feira.
Sem ter disputado partidas oficiais após a final do Aberto da França, em que perdeu para Stan Wawrinka, Djokovic tinha, pelo menos no papel, uma partida difícil contra o 33º colocado do ranking Kohlschreiber.
Mas o sérvio de 28 anos foi decisivo nas pontos importantes e não mostrou em nenhum momento a possibilidade de ser o primeiro campeão a ser eliminado na primeira rodada desde 2003.
- Este é o berço do nosso esporte, nada fica maior que a quadra central de Wimbledon, e é uma honra ser o atual campeão - disse Djokovic à agência britânica de notícias BBC.
- Tive um adversário forte, ele pode ser difícil especialmente na grama, mas fiquei calmo - acrescentou.
Comunicação com Becker
Os técnicos serão submetidos à mesma atenção que os jogadores durante os próximos quinze dias em Wimbledon, com cada gesto facial sendo capturado por câmeras de TV e repetido em super slow motion.
A comunicação entre os jogadores e aqueles presentes em suas áreas reservadas na arquibancada, que no caso do tenista britânico Andy Murray está sempre lotada, proporciona um espetáculo à parte.
Mas com todas as formas de contato com os técnicos proibidas durante partidas de grand slam, pode ser tênue a diferença entre torcer e passar mensagens táticas cifradas.
O atual campeão Novak Djokovic, que tem o ex-campeão Boris Becker como seu principal treinador ao lado de Marian Vajda, foi questionado em sua entrevista pré-torneio, no domingo, se Becker havia ultrapassado a fronteira do que seria aceitável, numa insinuação de que instruções teriam sido transmitidas.
- Não acho que estejamos roubando - disse o jogador de 28 anos, que tem trabalhado com o ex-tenista alemão desde 2013. “Não acho que se possa chamar assim. Quer dizer, há modos particulares de, eu diria, comunicação”, acrescentou.
- Como (Boris) mencionou, a forma como você olha um para outro, a forma como sente sua área reservada e os que estão ali sentem pelo que você está passando em quadra. Acho que é algo que apenas dá tranquilidade, dá confiança.
- Não é necessário que ele me diga onde sacar ou em qual lado da quadra do adversário eu devo jogar, porque isso não acontece - completou.
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