Por Redação, com ACS - de São Paulo
Para muitos casais, o sonho da gravidez não chega a se tornar realidade. Estima-se que exista, aproximadamente, 250 mil casais experimentam a infertilidade no Brasil. Define-se infertilidade como a incapacidade de alcançar a gravidez após um ano de tentativas frequentes sem o uso de métodos contraceptivos. Nestes casos, o casal deve buscar ajuda profissional. No entanto, com o avanço da medicina reprodutiva, há possibilidades de vencer muitas das barreiras causadas pela infertilidade com métodos bastante inovadores.
Novas técnicas de fertilização têm permitido a gravidez em condições seguras
De acordo com o ginecologista especialista em Reprodução Humana da Criogênesis, Dr. Renato de Oliveira, a vitrificação é a técnica mais moderna de congelamento de oócitos (gameta feminino), espermatozoides e embriões. “O congelamento de oócitos é realizado pela técnica de vitrificação a qual possui maior segurança na preservação, inclusive no descongelamento para posterior uso. Como os oócitos são estruturas sensíveis ao processo de congelamento e descongelamento, esta rápida técnica de congelamento protege sua estrutura e composição, predominantemente formada por água, diminuindo a chance de dano às estruturas do gameta”, explica.
Além de ser indicada para mulheres que planejam engravidar tardiamente por fatores sociais e pessoais, a técnica também pode ser realizada por mulheres diagnosticadas com câncer e que tenham que passar por quimioterapia e/ou radioterapia, tratamentos que costumam comprometer a fertilidade feminina. “Nesses casos, a preservação da fertilidade é fundamental para pacientes jovens que, após superarem a luta com o câncer, tem o direito de constituírem uma família. Mulheres com histórico familiar ou diagnóstico de insuficiência ovariana precoce, antigamente denominada menopausa precoce, ou que tenham que ser submetidas a cirurgias que possam comprometer a função ovariana, como a de endometriose, também devem receber o aconselhamento sobre a possibilidade de congelar seus gametas”, reitera o ginecologista.
O especialista ainda ressalta que o ideal, no caso das mulheres, é que o congelamento seja feito até os 35 anos de idade, pois os resultados são melhores. “Se a mulher tem mais de 35 anos e não pensa em ter filhos nos próximos anos, é essencial que converse com seu médico para avaliar a possibilidade de criopreservação”, finaliza.
Sobre a Criogênesis
A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 12 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro.
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