O CdB conta a história da realidade brasileira nos últimos 15 anos Há 15 Anos o CdB pratica o jornalismo independente e de alta credibilidade
Agora, em pleno 2015, o Correio do Brasil passa a veicular o selo de 15 Anos na primeira página, para marcar algumas posições. Ao longo desse tempo, com a escalada ascendente na nossa audiência, podemos cravar algumas bandeiras, tanto por respeito aos leitores de hoje, que há muito acompanham o CdB, quanto para aqueles que estão chegando e não sabem, ao certo, a que veio esse jornal diário que tem um formato charmoso, do tamanho exato dos tablets, com edições Online e Digital partir do Rio de Janeiro; editado por uma equipe de repórteres, redatores, editores e correspondentes aqui no Brasil, nos EUA, Europa e Ásia; com a parceria das maiores agências mundiais de notícias e impresso para assinantes, sob demanda (On Demand), como os principais e mais modernos diários do mundo. Aqui, há três lustros, praticamos o jornalismo isento e mantemos a opinião à esquerda. Fundado em 1º de Janeiro de um 2000 distante no passado, nada mudou, exceto os fatos. E esses, levamos os mais relevantes ao nosso público, todos os dias, pontualmente, no horário vespertino.
Desde então, o Correio do Brasil retrata o cotidiano com o olhar voltado para todas as direções, e não apenas para aquela que mais convém aos interesses políticos e econômicos do stablishment, como o faz a mídia conservadora, que oferece voz e espaço somente aos segmentos mais retrógrados da sociedade, seja por conveniência ou cumplicidade. Em países onde a Imprensa é livre e o regime, democrático, nada mais corriqueiro do que praticar o Jornalismo assim, com Jota maiúsculo, na sua amplitude. Mas, em outros – o Brasil entre eles – ouvir todos os lados da questão, apresentá-los ao leitor e deixar que ele compreenda a realidade segundo o seu ponto de vista, livre e independente, trata-se de uma façanha. À cada dia, mais obstáculos precisam ser vencidos e vencê-los é nossa tarefa diuturna, desde a primeira edição. Assim, fixamos o objetivo primordial, que é vencer os desafios à frente, sem um único desvio na linha de independência editorial que marca o 15º aniversário do CdB.
Em um rápido balanço desses anos todos, destacamos a bravura da equipe que acompanha o CdB nos momentos mais graves da vida pública, aqui e no exterior. Os leitores do jornal já sabem que não correm o menor risco de se ver diante do 'efeito manada' que, vira e mexe, assalta a mídia brasileira. Pecamos, talvez, por evitar assuntos que pululam no Festival de Besteiras que Assola o País, o FBAP do inesquecível Stanislaw, até que tenhamos os fatos apurados e possamos levá-los, com segurança, ao público cada vez maior que já percebeu, no Correio do Brasil, uma fonte segura de informação. Fixamos, assim, nossa segunda estaca na escalada para uma mídia mais democrática e plural, em um cenário desolador no qual os grandes cartéis, formados por empresas predatórias, dominam a planície da Comunicação Social brasileira. Com ou sem publicidade estatal ou privada, que enchem as burras daqueles cartéis, o Correio do Brasil segue em frente, com a força dos assinantes, fonte perene dos avanços que nos permitiram, nessas 5.479 edições, conquistar um público maior e mais qualificado.
Por último, mas não menos importante, colocamos aqui nosso terceiro selo, do inconformismo, da indignação, da busca por um Brasil mais justo e fraterno. Esta é a meta pela qual lutamos sem quartel, sem trégua, dia após dia, e assim seguiremos no tempo adiante.
Com os ânimos renovados, neste início de 2015, desejamos aos nossos amigos, assinantes, colaboradores e leitores, um Feliz Ano Novo!
Gilberto de Souzaé jornalista, editor-chefe doCorreio do Brasil.
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