A finlandesa Nokia anunciou um tablet com sua marca licenciada usando a plataforma Android do Google, apenas seis meses após a companhia vender seu negócio de telefones e dispositivos à Microsoft por mais de US$ 7 bilhões. A Nokia disse que a fabricação, distribuição e vendas do tablet N1 serão administradas pela taiuanesa Foxconn.
O plano é de que o tablet, que tem interface própria da Nokia, chegue às lojas na China no primeiro trimestre do ano que vem
A finlandesa Nokia anunciou um tablet com sua marca licenciada usando a plataforma Android do Google, apenas seis meses após a companhia vender seu negócio de telefones e dispositivos à Microsoft por mais de US$ 7 bilhões. A Nokia disse que a fabricação, distribuição e vendas do tablet N1 serão administradas pela taiuanesa Foxconn.
O chefe de produtos da unidade Technologies da Nokia, Sebastian Nystrom, disse que a companhia quer dar sequência à iniciativa com mais dispositivos no futuro.
O plano é de que o tablet, que tem interface própria da Nokia, chegue às lojas na China no primeiro trimestre do ano que vem com um preço estimado de US$ 249 antes de impostos, sendo que as vendas serão ampliadas a outros mercados depois disso.
Após o acordo de 5,6 bilhões de euros com a Microsoft, a Nokia ficou com seu negócio de equipamentos de redes e serviços, além do seu negócio HERE, de mapeamento e navegação, e a unidade Technologies, que gerencia pagamentos de licenciamentos sobre suas patentes e realiza pesquisa e desenvolvimento.
Na semana passada, o presidente-executivo da companhia, Rajeev Suri, disse que a empresa está buscando maneiras de trazer a marca de volta aos mercados consumidores através de acordos de licenciamento com fabricantes de produtos eletrônicos.
Entretenimento cinematográfico
A Sony pretende aumentar suas receitas com entretenimento cinematográfico em mais de um terço nos próximos três anos, disse o presidente-executivo da companhia nesta terça-feira conforme a deficitária empresa de eletrônicos de consumo tenta compensar as fracas vendas de smartphones.
O presidente-executivo Kazuo Hirai tem enfrentado pressão para mostrar que o negócio do entretenimento pode contribuir fortemente para a receita depois de rejeitar uma proposta no ano passado do fundo de hedge norte-americano Third Point para desmembrar o segmento.
Os investidores também estão aguardando sinais de que a reestruturação da Sony sob Hirai, que foi nomeado em 2012, está dando frutos. Em setembro, a Sony cortou dividendos pela primeira vez desde que se tornou uma empresa pública, citando perdas profundas na unidade de smartphones.
Falando em uma coletiva para investidores, Hirai prometeu revelar um plano de crescimento de longo prazo para a empresa antes do fim de março, mas não quis dar detalhes.
Hirai disse que a Sony Pictures Entertainment, a unidade por trás do filme "O Espetacular Homem-Aranha" e do drama de TV "Breaking Bad", busca vendas de 10 bilhões a US$ 11 bilhões no ano que termina em março de 2018, alta de até 36 % sobre a previsão de US$ 8,1 bilhões para este ano.
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