Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Nokia afirma que marca para consumidores pode ressurgir

A finlandesa Nokia está pensando em como reviver sua marca homônima para consumidores poucos meses após vender seu negócio de celulares à Microsoft por mais de US$ 7 bilhões. Acredito que você pode esperar que nossa marca retorne ao mundo dos consumidores - disse nesta sexta-feira o presidente-executivo da Nokia, Rajeev Suri, quando questionado sobre rumores de que a fabricante de equipamentos de rede estaria ponderando uma nova entrada no mercado de aparelhos móveis.

Domingo, 16 de Novembro de 2014 às 08:07, por: CdB
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Nenhum acordo é iminente, mas a marca Nokia pode eventualmente aparecer em uma série de eletrônicos
A finlandesa Nokia está pensando em como reviver sua marca homônima para consumidores poucos meses após vender seu negócio de celulares à Microsoft por mais de US$ 7 bilhões. - Acredito que você pode esperar que nossa marca retorne ao mundo dos consumidores - disse nesta sexta-feira o presidente-executivo da Nokia, Rajeev Suri, quando questionado sobre rumores de que a fabricante de equipamentos de rede estaria ponderando uma nova entrada no mercado de aparelhos móveis. Suri disse a investidores numa apresentação em Londres que a companhia olhará para o licenciamento da marca a outras empresas, em vez de criar ela mesma um novo negócio de aparelhos. - Vemos o licenciamento da marca como uma oportunidade ... mas diria que se trata mais de uma oportunidade de longo prazo - afirmou Suri sobre potenciais acordos em que outras fabricantes de eletrônicos para consumidores poderiam pagar à Nokia para usar a marca em seus produtos. Nenhum acordo é iminente, mas a marca Nokia pode eventualmente aparecer em uma série de eletrônicos, não necessariamente telefones. "Isso não é uma coisa de sentimentalismo", disse Suri. Nesta semana, a Microsoft tirou o nome da Nokia do mais recente smartphone Lumia 535, após ter comprado o negócio da Nokia em abril. A Nokia um dia foi sinônimo de celulares, mas a classificação da marca despencou para 98º lugar neste ano entre os nomes corporativos mais conhecidos no mundo, ante a 5º colocação em 2007, segundo levantamento da empresa de pesquisas de mercado Interbrand.
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