A menos de um mês do julgamento do assassinato do trabalhador rural Eduardo Anghinoni, no município de Querência do Norte, Paraná, a principal testemunha do crime recebeu, no último dia 28, uma ameaça anônima com o objetivo de impedi-lo de depor no dia 27 de julho, em Curitiba.
O caso de Eduardo Anghinoni, morto por engano quando ia visitar o irmão, Celso, um dos líderes do Movimento Sem Terra (MST) no Paraná, já completa 13 anos e será julgado no Tribunal do Júri de Curitiba (PR), no dia 27 de julho.
O acusado do homicídio, Jair Fermino Borracha, chegou a ser preso durante o início das investigações, mas permanece em liberdade. Os advogados de acusação do assassino, porém, já realizaram um pedido de prisão preventiva para Jair, na tentativa de que o júri possa dar continuidade as suas atividades sem ser prejudicado.