10.09.2011
Por ANTONIO CARLOS LACERDA
PRAVDA.RU
BELO HORIZONTE/MINAS GERAIS - No Brasil, o Ministério Público Federal, através da Procuradoria Regional da República da 1ª Região, ofereceu denúncia contra Gigli Cattabriga Júnior, juiz do trabalho de Lavras, Estado de Minas Gerais, por crime de falsidade ideológica.
O juiz Gigli Cattabriga Júnior apresentou curriculum vitae, em documento por ele próprio rubricado, no qual afirmou ser portador dos títulos de "pós-graduação, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em Direito Empresarial, com ênfase em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho em 1997, e mestre e doutor pela UFMG", titulação indispensável à contratação pelo Centro Universitário de Lavras (Unilavras).
Na época de sua admissão, o juiz não exibiu qualquer documento que provasse ser pós-graduado, mestre e doutor pela UFMG. O Unilavras solicitou ao juiz a apresentação dos documentos comprobatórios desses três títulos acadêmicos, para exibi-los a uma comissão de representantes do MEC encarregada de proceder à avaliação do curso de Direito.