O desemprego brasileiro caiu para 5,3% em dezembro, ante 5,7% em novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Foi o menor patamar da série histórica iniciada em março de 2002. Economistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters projetavam uma taxa de 5,1%. Em 2010, o desemprego médio foi de 6,7%, o menor da série, contra 8,1% em 2009.
A população ocupada em dezembro de 2010 era de 22,450 milhões, um crescimento de 0,2% sobre novembro e de 2,9% frente a dezembro de 2009. A população desocupada era de 1,251 milhão, o que representa queda de 8% em relação a novembro e recuo de 21,4% sobre dezembro de 2009.
Inadimplência menor
Outro nível positivo da economia brasileira, divulgado neste manhã, é a inadimplência das empresas, que fechou 2010 com queda de 5,3% na comparação com o ano anterior. O valor médio das dívidas com bancos foi de R$ 4.713,87, com 3,2% de crescimento ante 2009. Os títulos protestados tiveram valor médio de R$ 1.652,49, com recuo de 4,8%. Já os cheques sem fundos tiveram valor médio de R$ 2.053,68, resultando em 22,3% de aumento, em relação aos 12 meses anteriores.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o recuo da inadimplência das empresas em 2010 se deve à normalização da oferta de crédito, ao forte crescimento da atividade econômica e à maior disponibilidade de recursos com melhores condições. Os economistas disseram ainda que as empresas se capitalizaram mais no ano passado, possibilitando regularizar seu fluxo de caixa e empreender novos investimentos diante da menor capacidade ociosa, resultante do mercado doméstico aquecido.
“Para 2011, mesmo com a expectativa de uma política monetária mais restritiva, com novas elevações de juros, as empresas não passarão por momentos tão críticos como os de 2009. O cenário é de um crescimento menor da economia, sem comprometimento da estrutura financeira dos negócios”, afirmaram os economistas da Serasa, em relatório.
Nível de desemprego no país é o menor da série histórica
O desemprego brasileiro caiu para 5,3% em dezembro, ante 5,7% em novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Foi o menor patamar da série histórica iniciada em março de 2002.
Quinta, 27 de Janeiro de 2011 às 10:31, por: CdB
O desemprego brasileiro caiu para 5,3% em dezembro, ante 5,7% em novembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Foi o menor patamar da série histórica iniciada em março de 2002. Economistas consultados pela agência inglesa de notícias Reuters projetavam uma taxa de 5,1%. Em 2010, o desemprego médio foi de 6,7%, o menor da série, contra 8,1% em 2009.
A população ocupada em dezembro de 2010 era de 22,450 milhões, um crescimento de 0,2% sobre novembro e de 2,9% frente a dezembro de 2009. A população desocupada era de 1,251 milhão, o que representa queda de 8% em relação a novembro e recuo de 21,4% sobre dezembro de 2009.
Inadimplência menor
Outro nível positivo da economia brasileira, divulgado neste manhã, é a inadimplência das empresas, que fechou 2010 com queda de 5,3% na comparação com o ano anterior. O valor médio das dívidas com bancos foi de R$ 4.713,87, com 3,2% de crescimento ante 2009. Os títulos protestados tiveram valor médio de R$ 1.652,49, com recuo de 4,8%. Já os cheques sem fundos tiveram valor médio de R$ 2.053,68, resultando em 22,3% de aumento, em relação aos 12 meses anteriores.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o recuo da inadimplência das empresas em 2010 se deve à normalização da oferta de crédito, ao forte crescimento da atividade econômica e à maior disponibilidade de recursos com melhores condições. Os economistas disseram ainda que as empresas se capitalizaram mais no ano passado, possibilitando regularizar seu fluxo de caixa e empreender novos investimentos diante da menor capacidade ociosa, resultante do mercado doméstico aquecido.
“Para 2011, mesmo com a expectativa de uma política monetária mais restritiva, com novas elevações de juros, as empresas não passarão por momentos tão críticos como os de 2009. O cenário é de um crescimento menor da economia, sem comprometimento da estrutura financeira dos negócios”, afirmaram os economistas da Serasa, em relatório.