É grave a situação dos trabalhadores das maiores obras de infraestrutura do país, mais de 80 mil entram na segunda semana de paralisação, por melhoria salarial e contra as péssimas condições de trabalho nos canteiros de obras em todo o país. Neste cenário, em que os trabalhadores se rebelam, cabem duas perguntas: onde andava a fiscalização do Ministério do Trabalho e como as empresas, todas com obras em todo mundo, permitiram que a situação chegasse a esse ponto?
Agora, é correr atrás do prejuízo, que não é só o atraso das obras, mas da imagem do país e das empresas. A situação de trabalho degradante denunciada e não negada, é um alerta também para os governos locais, sindicatos, Ministério Público, e para o governo federal. Ninguém tinha conhecimento? Por que não foram tomadas medidas contra o quadro denunciado?