Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Nepotismo volta a assombrar Severino

Embora seja criticado por empregar parentes, o presidente da Câmara, deputado Severino Cavalcanti (PP-PE), disse na noite desta segunda-feira que é favorável à aprovação de projeto de lei contra o nepotismo (emprego de parentes). "Se for para todos os poderes -Executivo, Judiciário e Legislativo - conta com o meu apoio", afirmou Cavalcanti, em resposta a provocação do presidente do PPS, deputado Roberto Freire (PE), autor de um dos 25 projetos que tramitam no Congresso para acabar com essa prática. (Leia Mais)

Quarta, 30 de Março de 2005 às 09:50, por: CdB

Embora seja criticado por empregar parentes, o presidente da Câmara, deputado Severino Cavalcanti (PP-PE), disse na noite desta segunda-feira que é favorável à aprovação de projeto de lei contra o nepotismo (emprego de parentes). "Se for para todos os poderes -Executivo, Judiciário e Legislativo - conta com o meu apoio", afirmou Cavalcanti, em resposta a provocação do presidente do PPS, deputado Roberto Freire (PE), autor de um dos 25 projetos que tramitam no Congresso para acabar com essa prática.

O presidente da Câmara pediu ao deputado Roberto Freire que leve seu projeto a uma das reuniões de líderes para que a matéria possa ser discutida e levada a votação. Cavalcanti disse que não é contra a matéria, mas entende que a proibição de contratação de parentes para cargos públicos seja proibida em todos os órgãos públicos de todos os poderes, nas esferas federal, estadual e municipal.

- Não estou aqui para dar privilégios a ninguém. A minha posição é pela igualdade - disse Severino Cavalcanti.

Na mesma discussão, o presidente da Câmara indeferiu o recurso do deputado Roberto Freire, que pretendia que o reajuste na verba de gabinete de R$ 35 para R$ 44 mil, concedido pela atual Mesa Diretora da Casa, fosse submetido à deliberação do Plenário. O deputado Severino Cavalcanti informou que o Regimento Interno da Casa estabelece que as decisões nesse sentido são de responsabilidade da Mesa Diretora, não cabendo deliberação do Plenário. Insatisfeito, Freire recorreu da decisão à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

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