Rio de Janeiro, 17 de Fevereiro de 2026

Na Dinamarca, Lula diz que é preciso acatar decisão do Senado

Ao comentar sobre a absolvição do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira, na Dinamarca, que "nós precisamos nos habituar a acatar o resultado das instituições a que nos submetemos". (Leia Mais)

Quinta, 13 de Setembro de 2007 às 08:04, por: CdB
Ao comentar sobre a absolvição do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira, na Dinamarca, que "nós precisamos nos habituar a acatar o resultado das instituições a que nos submetemos".

- O Senado levantou o problema, fez o que tinha que fazer e chega o momento em que tinha que terminar. Eu acho que nós precisamos nos habituar a acatar o resultado das instituições a que nos submetemos - disse Lula a jornalistas ao chegar a um seminário de empresários dinamarqueses, em Copenhague.

- Houve uma votação pelas regras do Senado e o Renan foi absolvido. Se vai haver continuidade do processo na Suprema Corte é outro problema - disse Lula.

Interesse do povo

- Para um presidente da República o que interessa é que o Senado volte a funcionar com normalidade porque temos coisas muito importantes a serem votadas, como a CPMF a reforma tributária, coisas de interesse do povo brasileiro - acrescentou o presidente.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) foi absolvido nesta quarta-feira no plenário do Senado no processo que pedia sua cassação por quebra de decoro.

Ao final da votação secreta, Renan recebeu 40 votos favoráveis, 35 pela cassação e 6 abstenções. São necessários 41 votos para cassar o mandato de um senador.

Ao abrir o seminário, Lula disse aos empresários que o Brasil não vai perder a oportunidade de se tornar uma grande economia.

Ainda nesta quinta-feira, Lula visita uma exposição do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado e encontra-se com representantes da comunidade brasileira na Dinamarca.

Em seguida, faz visita à LO, principal central sindical do país, antes de seguir para Oslo, na Noruega.

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