Rio de Janeiro, 14 de Agosto de 2026

Na China, ações recuam

As ações chinesas encerraram em queda nesta terça-feira, pressionadas pela venda generalizada de papéis do setor financeiro. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,73%, enquanto o índice de Xangai teve baixa de 0,6%. O subíndice financeiro caiu 1,34%.

Terça, 22 de Março de 2016 às 08:15, por: CdB

Para analistas, o principal fator para a queda das ações na China foi a atual preocupação com os comentários do presidente do banco central chinês sobre capital especulativo

Por Redação, com Reuters - de Xangai:
As ações chinesas encerraram em queda nesta terça-feira, pressionadas pela venda generalizada de papéis do setor financeiro. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,73%, enquanto o índice de Xangai teve baixa de 0,6%. O subíndice financeiro caiu 1,34%.
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A China está enfrentando desafios e conflitos como resultado da entrada de sua economia em uma fase de "novo normal", disse o presidente, Xi Jinping
Vários analistas disseram que o principal fator para a queda das ações foi a atual preocupação com os comentários do presidente do banco central chinês sobre capital especulativo e os crescentes níveis de endividamento do setor financeiro. No restante da região, comentários mais "hawkish" de autoridades do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, nublaram a perspectiva de política monetária menos de uma semana após a chair do Fed, Janet Yellen, definir uma trajetória mais cautelosa para os aumentos dos juros este ano. Às 7:33 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão operava estável. O índice Nikkei do Japão subiu 1,9%, na máxima de uma semana, com a reabertura dos mercados após um feriado na segunda-feira. O iene mais fraco deu impulso às ações.

Reformas

A China está enfrentando desafios e conflitos como resultado da entrada de sua economia em uma fase de "novo normal", disse o presidente, Xi Jinping, segundo a agência de notícias estatal Xinhua nesta terça-feira. Xi disse que o país irá aprofundar as reformas, apesar dos desafios impostos pelo "novo normal", segundo a Xinhua, citando uma expressão que o presidente cunhou há dois anos para se referir à desaceleração do crescimento se tornando rotina. Xi deu as declarações em reunião com autoridades, segundo a Xinhua.
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