O musical Baby estreia nesta sexta-feira, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro. O espetáculo trata a partir da música das questões que envolvem três casais “grávidos”. A direção é de Fred Hanson, estreante nos palcos cariocas. Encenada pela primeira vez no Brasil, a peça obteve grande sucesso na Broadway entre 1983 e 1984.
O musical Baby estreia nesta sexta-feira, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro. O espetáculo trata a partir da música das questões que envolvem três casais “grávidos”. Com direção de Fred Hanson, estreante nos palcos cariocas, a temporada tem início na mesma semana do Dia das Mães.
Baby nasceu do encontro entre o texto de Sybille Pearson, letras de Richard Maltby Jr. e a música de David Shire, ingredientes aliados à experiente direção do responsável por sucessos como Miss Saigon e O Médico e o Monstro, em São Paulo.
Inspirado na história escrita por Susan Yankowitz, o musical conta a história de três casais: dois jovens universitários que tem que lidar com uma gravidez inesperada; um casal na faixa dos 35 anos que deseja uma criança; e outro, mais maduro, com filhos já criados, que são surpreendidos com um bebê temporão.
E são justamente as diferentes fases de um casamento e como a chegada de um bebê interfere na vida de duas pessoas os grandes alicerces que diferenciam Baby do formato clássico das comédias musicais americanas. Texto e letras se aprofundam nas relações, mostrando diversão e, acima de tudo, as crises, desejos, dores e alegrias conjugais.
Encenada pela primeira vez no Brasil, a peça obteve grande sucesso na Broadway entre 1983 e 1984. A nova montagem tem a produção de Eduardo Bakr e Tadeu Aguiar, versão brasileira de Flávio Marinho e Tadeu Aguiar, direção musical de Liliane Secco e coreografias de Kátia Barros.
A grandiosidade do espetáculo ainda é revelada com o cenário, assinado por Edward Monteiro, construído com um piso em três níveis e 18 telões. São mais de 250 refletores iluminando a cena e 120 figurinos fazendo com que os atores se desdobrem nas trocas de roupa.
Em 2009 e 2010, os produtores Eduardo Bakr e Tadeu Aguiar ganharam a cena carioca e paulista com o musical Esta é a nossa canção, dirigido por Charles Randolph-Wright e ganhador do prêmio de melhor espetáculo musical pelo Guia da Folha de SP. Já a temporada de Baby terá duração de três meses e meio no Rio de Janeiro, com 18 atores e 10 músicos em cena.
Entre eles, o próprio Tadeu Aguiar repetindo a dobradinha com Sylvia Massari depois de 30 anos; os indicados pelo prêmio Shell por Avenida Q André Dias e Sabrina Korgut; a global Helga Nemeczyk; a estrela de My Fair Lady Amanda Acosta; e o jovem Olavo Cavalheiro, em sua primeira grande montagem teatral.
A temporada de Baby vai se estender, de quinta a domingo, até o dia 28 de agosto no maior teatro do Rio, que possui capacidade para 1122 lugares. A produção original brasileira de um dos grandes sucessos da Broadway ainda promoverá o acesso gratuito a cerca de 4 mil espectadores, com a indicação para todos os tipos de público, e o alcance a 67 mil pessoas.
É assim que o espetáculo de David Shire, autor de Os Embalos de Sábado à Noite e vencedor do Oscar; de Richard Maltby, autor de Miss Saigon e vencedor do Tony; e de Sybille Pearson, autora de Magic indicada ao Tony, será recebido de braços abertos pela Baía de Guanabara.
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