O empate com o Argentinos Juniors na estreia na Libertadores não foi o resultado ideal para o Fluminense, mas o técnico Muricy Ramalho reconheceu que pelas falhas da defesa e a atuação irregular nos 2 a 2 no Engenhão, o time tricolor não merecia mais do que um ponto na abertura do grupo C do torneio.
Com dois gols de Rafael Moura, o Fluminense, na próxima rodada do grupo 3 do torneio, enfrenta o Nacional-URU, dia 23 deste mês, novamente no Engenhão.
Antes disso, entretanto, o Tricolor terá um compromisso pelo Campeonato Carioca. O Fluminense vai enfrentar o Madureira, às 17h, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, pela sétima e última rodada do grupo B da Taça Guanabara.
Sem Leandro Euzébio, Deco e Emerson, todos lesionados, além de Fred, suspenso pela expulsão na final da Copa Sul-Americana de 2009, O Fluminense iniciou a partida pressionando o adversário e tomando a iniciativa da partida. Porém, o time não conseguiu apertar os argentinos e só ganhou na posse de bola, já que o goleiro Navarro foi pouco incomodado.
Na expectativa de tentar abrir o placar, Conca e Souza estiveram sobrecarregados, já que o ataque, formado por Rafael Moura e Willians, este último uma surpresa de Muricy Ramalho, não apareciam bem na partida. Já o time argentino acabou criando as melhores chances do primeiro tempo. Tanto que, aos 35 minutos, André Luís salvou o Fluminense em cima da linha. Mas aos 44 minutos, não teve jeito. Niell abriu o placar.
Com Rodriguinho no lugar de Willians na segunda etapa, o Flu se arriscou e foi para cima. Mesmo longe de apresentar um grande futebol, o Fluminense continuou em cima. Até que, aos 12 minutos, a pedra dura não resistiu de tanto que a água bateu. Rafael Moura empatou. Só que, aos 25, o improvável voltou a acontecer. Numa bobeada do setor defensivo, Niell, mais uma vez, marcou o segundo gol dos argentinos. O gol não intimidou o timer e, três minutos após, Rafael Moura voltou a empatar. No fim, pressão do Flu e um empate amargo para os pouco mais de 15 mil torcedores presentes que foram ao Estádio João Havelange.
Muricy reconhece que time não merecia mais do que o empate
Depois do empate com o Argentinos Juniors, o técnico Muricy Ramalho reconheceu que pelas falhas da defesa e a atuação irregular nos 2 a 2 no Engenhão, o time tricolor não merecia mais do que um ponto na abertura do grupo C do torneio. Na próxima rodada do grupo 3 do torneio, o Fluminense enfrenta o Nacional-URU, dia 23 deste mês, novamente no Engenhão.
Quinta, 10 de Fevereiro de 2011 às 09:25, por: CdB
O empate com o Argentinos Juniors na estreia na Libertadores não foi o resultado ideal para o Fluminense, mas o técnico Muricy Ramalho reconheceu que pelas falhas da defesa e a atuação irregular nos 2 a 2 no Engenhão, o time tricolor não merecia mais do que um ponto na abertura do grupo C do torneio.
Com dois gols de Rafael Moura, o Fluminense, na próxima rodada do grupo 3 do torneio, enfrenta o Nacional-URU, dia 23 deste mês, novamente no Engenhão.
Antes disso, entretanto, o Tricolor terá um compromisso pelo Campeonato Carioca. O Fluminense vai enfrentar o Madureira, às 17h, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, pela sétima e última rodada do grupo B da Taça Guanabara.
Sem Leandro Euzébio, Deco e Emerson, todos lesionados, além de Fred, suspenso pela expulsão na final da Copa Sul-Americana de 2009, O Fluminense iniciou a partida pressionando o adversário e tomando a iniciativa da partida. Porém, o time não conseguiu apertar os argentinos e só ganhou na posse de bola, já que o goleiro Navarro foi pouco incomodado.
Na expectativa de tentar abrir o placar, Conca e Souza estiveram sobrecarregados, já que o ataque, formado por Rafael Moura e Willians, este último uma surpresa de Muricy Ramalho, não apareciam bem na partida. Já o time argentino acabou criando as melhores chances do primeiro tempo. Tanto que, aos 35 minutos, André Luís salvou o Fluminense em cima da linha. Mas aos 44 minutos, não teve jeito. Niell abriu o placar.
Com Rodriguinho no lugar de Willians na segunda etapa, o Flu se arriscou e foi para cima. Mesmo longe de apresentar um grande futebol, o Fluminense continuou em cima. Até que, aos 12 minutos, a pedra dura não resistiu de tanto que a água bateu. Rafael Moura empatou. Só que, aos 25, o improvável voltou a acontecer. Numa bobeada do setor defensivo, Niell, mais uma vez, marcou o segundo gol dos argentinos. O gol não intimidou o timer e, três minutos após, Rafael Moura voltou a empatar. No fim, pressão do Flu e um empate amargo para os pouco mais de 15 mil torcedores presentes que foram ao Estádio João Havelange.